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21 de outubro de 2013

A nova TV

Depois de um ano e oito meses em seu formato inicial, coloquei uma nova versão da TV Meio Desligado no ar. A exibição sequencial e automática dos vídeos, que buscava reproduzir a experiência tradicional da TV, foi interrompida e agora os vídeos são apresentados em um modelo full screen minimalista, organizados como em um blog tradicional.

Quem ainda quiser a experiência de exibição dos vídeos sequencial (só dar play e assistir a toda a programação sem ter que fazer mais nada), ainda pode fazê-lo por aqui, no Vimeo do blog.

Ainda estou alterando algumas coisas no código da página e sugestões (e críticas) são bem vindas. Aproveitando a oportunidade, aqui vão alguns dos vídeos publicados por lá já na nova versão.










5 de junho de 2013

Resumo da tv.meiodesligado em Maio: só shows completos


Fugazi em Piracicaba (1997)

Chico Science & Nação Zumbi no Hollywood Rock (1996)

Black Sabbath em Paris (1970)

The Clash em Tóquio (1982)

Nirvana no Hollywood Rock (1993)

8 de janeiro de 2013

TV conceitual

"Corpo e movimento" são os temas do mês inteiro na tv.meiodesligado.com, testando um formato diferente.

3 de dezembro de 2012

8 de setembro de 2012

Resumo da TV Meio Desligado em Agosto

Seleção com alguns dos videoclipes mais legais publicados na TV Meio Desligad@ durante o mês de Agosto. Do hip hop experimental ao stoner rock argentino.

31 de julho de 2012

27 de março de 2012

Evidente: música independente no Canal Brasil

Estreia no dia 5 de Abril o Evidente, novo programa do Canal Brasil dedicado à música independente produzida no país. Cada edição terá 30 minutos de duração, com exibições às quintas às 21:00 e reprises nos domingos, às 11:30. Entre os artistas já divulgados na programação estão nomes já conhecidos como A Banda Mais Bonita da Cidade, Emicida, Fino Coletivo, Criolo, Gaby Amarantos e Mombojó e outros ainda restritos ao circuito alternativo, como Lê Almeida, Cícero, Bárbara Eugênia e Los Porongas.



As exibições na TV serão complementadas pelo blog do programa, publicado dentro do site do Canal Brasil. Para difundir ainda mais a nova música brasileira os responsáveis pelo programa poderiam publicar também no blog todos os vídeos que forem exibidos na TV, possibilitando que mesmo quem não tenha acesso ao Canal Brasil conheça o trabalho dos artistas selecionados. Independente de como for, já vale pela intenção.

Interessou pelo tema? Confira também a TV.meiodesligado.com

24 de fevereiro de 2012

A nova TV é social

Socialtape, ShowYou, Shelby, VHX, Dragontape, Cull. Nomes que podem não significar muito para você mas que representam um novo estágio na forma que consumimos e compartilhamos vídeos. Essas são algumas das ferramentas que formam a "TV social", na qual a programação é construída a partir de interações sociais e o resultado final é personalizado e online. Boa parte dessas ferramentas criam "canais virtuais" a partir dos vídeos enviados pelos amigos/contatos de um determinado usuário no Twitter, Facebook, Tumblr e outras redes sociais, mas possuem suas singularidades.

O  Socialtape  é um aplicativo para Facebook e iPhone que reúne os vídeos enviados por seus amigos na rede social em forma de mixtapes visuais (listas de reprodução). A interface é semelhante a de programas de edição de vídeo/áudio em camadas e permite que o usuário facilmente altere a ordem, adicione ou retire vídeos da lista, que na sequência pode ser compartilhada e reproduzida em outras páginas da web. O Socialtape é complemento do Dragontape, serviço para criação de mixtapes a partir de vídeos do YouTube ou arquivos de áudio do Soundcloud, que podem ser criados individualmente ou de forma coletiva (ou até mesmo a partir de vídeos tweetados juntos de alguma hashtag específica, como #carnaval, resultando em uma lista atualizada constantemente a cada 15 segundos). A diferença, neste caso, é que o Dragontape é focado na música.



O Showyou é exclusivo para dispositivos da Apple (iPhone, iPad, iPod Touch) e Kindle Fire. Suas listas de reprodução automáticas são criadas através dos vídeos compartilhados pelos seus contatos no Twitter, Facebook, Tumblr, Vimeo e/ou Youtube.

O Shelby capta vídeos compartilhados no Vimeo, Youtube e Twitter e, diferente do Socialtape, que é um aplicativo que funciona dentro do Facebook ou no celular, funciona em site próprio. Com interface próxima ao Shelby, o VHX é bastante semelhante mas tem o diferencial de ter o intuito de também funcionar como uma rede social, com a opção de seguir outros usuários, criação de diversas playlists e canais específicos como o da equipe do serviço e os mais populares entre todos os usuários.

Já o Cull tem como proposta ser "o canal de música do futuro". O site permite que o usuário crie ou acompanhe canais específicos, geralmente focados em estilos de músicas específicos ou de acordo com algum tema. Diferente dos outros serviços que agregam vídeos espalhados por redes sociais, o Cull tem a ideia de curadoria de conteúdo como ponto central na construção de material relevante para o público.

Prestes a completar um mês em funcionamento, a TV Meio Desligad@ (com 100 vídeos no ar) é uma experiência nesse sentido. Os curadores constroem o conteúdo diferenciado e considerado relevante, ao mesmo tempo em que o fluxo das redes sociais influencia a programação. As escolhas de cada curador agora também podem ser assistidas isoladamente aqui no Meio Desligado e há mais uma forma de visualização dos arquivos mais instintiva e sem categorizações. Isso, agora. Porque o formato é vivo e em constante transformação.

2 de fevereiro de 2012

TV Meio Desligad@

Quando comparada à internet, a TV perde por seu modelo fechado de comunicação de massa. Mesmo tendo perdido parte de seu protagonismo devido às novas mídias, seu formato possui uma característica interessante que é o de apresentar programação contínua sem necessitar esforço algum do espectador. Você liga a TV e pronto, o conteúdo chega até você. Receptor. 

Essa mesma característica é um dos principais pontos fracos da TV mas também um de seus diferenciais. Se em sites como YouTube ou Vimeo o usuário poder escolher exatamente o que deseja assistir, isso requer esforço e um direcionamento definido pela própria pessoa. O material assistido dependerá de seus gostos e hábitos, o que pode resultar no consumo contínuo do mesmo tipo de produto audiovisual, limitando-se ao tipo de conteúdo usual em sua vida. A descoberta do novo é limitada se você busca pelo que já conhece.

O Vimeo tem uma experiência nesse sentido chamada Couch Mode. Nela, o site reproduz a dinâmica da TV e passa a apresentar vídeos ininterruptamente, de acordo com critérios definidos pelo usuário (ou mesmo aleatoriamente).

Pensando sobre minha atual relação com a TV, percebo sua colocação como coadjuvante no dia a dia. A TV fica ligada (cada vez menos) como elemento secundário que eventualmente pode me apresentar conteúdo relevante enquanto exerço outras funções, como trabalhar, cozinhar, ouvir música ou ler. 

No entanto, o conteúdo da TV (no caso, da operadora de TV por assinatura NET) não me agrada muito. Pesquiso por blogs e sites de vídeos mas, como raras exceções (como o Cull.tv), é uma atividade que requer minha participação. O que, neste caso, não quero. Então, o que fazer para assistir a vídeos que me interessem e descobrir novidades?


Como tentativa de responder a essa pergunta criei o que chamo de TV Meio Desligad@. Um canal online com vídeoclipes, curta-metragens e demais produções disponíveis na web que considerar interessantes. São vídeos produzidos em qualquer lugar do planeta, mas, seguindo a proposta do Meio Desligado, há destaque para as produções independentes e para o audiovisual brasileiro. A ideia é que a cada semana um curador escolha os novos vídeos da programação, seguindo um tema específico ou de forma livre. É um projeto em construção e aberto a participação de quem se interessar.

24 de dezembro de 2011

Mod MTV, meu programa de “TV” favorito em 2011

Comandado pelo Ronaldo Lemos, principal nome no Brasil (e um dos principais em todo o mundo) em relação ao Creative Commons e direitos autorais na internet, o Mod MTV é um programa que aborda a relação da tecnologia e da cultura digital com o mundo contemporâneo. As aspas no "TV" no título devem-se ao modelo de distribuição do programa, cada vez mais recorrente: apesar de ser transmitido pela MTV, está disponível para ser assistido no site do canal e no YouTube, além de ter uma versão em inglês para o público internacional exclusiva na web. E, ao longo de todo o ano, nunca o assisti na TV. Acompanho todos os programas pela internet, navegando entre o site do Mod no portal da MTV e vídeos publicados por usuários no YouTube (uma vez que a própria MTV não disponibilizou todas as edições em seu site).

Além de poder ser assistido na web, o Mod é complementado por seu blog, no qual diversos links sobre os temas tratados nos programas são reunidos para que o público possa se aprofundar nos assuntos.

Abaixo, algumas das edições do Mod que exemplificam o modo como o programa lida com a tecnologia e a cultura contemporânea.

28 de novembro de 2011

Compacto Petrobras e o Meio Desligado na Confraria!

Um dos projetos musicais mais interessantes da internet brasileira, o Compacto Petrobras se destacou em 2011 pelos encontros que promoveu, unindo artistas da nova geração da música  nacional em programas de vídeo produzidos para web. Neste ano, fico extremamente feliz em contar que fui um dos curadores ao lado do Pedro Alexandre SanchesCharles GavinFabrício NobrePatrícia Palumbo, Ana Morena, Marcelo CostaJuliano Polimeno, Plínio Profeta, Marcelo Damaso e Fernando Rosa, no que eles chamam de "confraria".


O formato mudou um pouco e agora conta com a participação do público na definição dos artistas que participarão dos encontros. Na primeira fase, artistas da nova geração disputaram para tocar com o lendário Luiz Caldas. O processo está na fase final, na qual Eddie, Diego de Moraes e Banda Uó contam com o voto popular para definir o vencedor.

O próximo encontro divulgado é o da cantora Elza Soares com o rapper Emicida. Antes dele, no entanto, foi lançado o vídeo da parceria entre o também rapper Slim Rimografia e a Banda Black Rio, que você vê abaixo.



Para quem ainda não conhecia o Compacto, assista alguns dos encontros promovidos na edição anterior do projeto.

Gaby Amarantos + Catarina Dee Jah


Pinduca + Do Amor

14 de fevereiro de 2011

Ainda há esperanças para a MTV Brasil

Segundo consta nos bastidores, a nova programação da MTV Brasil, que estreia em março, terá foco mais "adulto" (favor não confundir com o "adulto" tipo "filmes adultos") e voltará a dar mais destaque para a música. As mudanças são fruto da saída de André Mantovani da direção do canal, função que ocupou durante anos e que agora é de Helena Bagnoli, jornalista, historiadora e nova inimiga número 1 dos adolescentes coloridos que lamentam as mudanças no canal.

Entre as mudanças estão as saídas dos grandes intelectuais da música VJs Léo Madeira, Marina Person, Kika Martinez e Penélope Nova (esta, ainda não confirmada fora da emissora). Em seus lugares entram pessoas que podem não primar pela beleza padrão mas que sem dúvida alguma contribuirão muito mais para o enriquecimento cultural do público: Arnaldo Antunes (precisa explicar?), China (prestes a lançar seu segundo CD solo, parceiro da Mombojó, membro do Del Rei e ex-Sheik Tosado), Chuck Hipolitho (ex-Forgotten Boys, atual Vespas Mandarinas, já com passagem pela MTV em outras funções) e Gaía Passarelli (do site Rraurl).

Além de novos rostos, a programação da MTV apresentará mais conteúdos produzidos nas "filiais" internacionais da MTV e programas produzidos por produtoras independentes, o que abrirá espaço para maior diversidade de conteúdo, menos custos para o canal e maior visibilidade para novos produtores audiovisuais.

Boa sorte.

Ps.: não é só no Brasil que a MTV vai melhorar: a MTV americana anunciou que voltará a exibir Beavis and Butt-Head. Hora de tirar a camiseta do Metallica do armário...

8 de março de 2010

O reconhecimento do "novo rock brasileiro"

E eis que a Globo News descobre que existe uma "nova" cena no rock brasileiro. Palmas para eles!

A matéria é meio besta, mas o reconhecimento de um grande veículo, mesmo que tardio, é sempre benéfico para vários setores relacionados à música independente. Não há sequer opção para embed do vídeo (é claro que a galera da Globo também não leu esse texto aqui), então tem quiser assistir tem que ir ao site da Globo News.

O foco da matéria está nas bandas que se apresentaram no projeto Alto Verão no Auditório Ibirapuera: Cidadão Instigado, Móveis Coloniais de Acaju, Hurtmold e Macaco Bong, além de alguns convidados especiais como Siba e Vítor Araújo. Megalomaníaco para alguns, esse projeto acabou se mostrando uma ótima iniciativa que, de certa forma, consolidou-se em uma ação de reconhecimento da atual cena alternativa. Parte do processo de idealização e produção é explicado no vídeo abaixo, feito pelo pessoal do Fora do Eixo, ligados ao Macaco Bong (banda que soube explorar sua presença no evento de melhor forma).


Como é explicado no vídeo, o show no Ibirapuera será lançado em CD e marcou o fim da turnê do CD Artista Igual Pedreiro, marco da movimentação ativista na música independente brasileira. No entanto, como a banda se apresentará no Grande Teatro do Palácio das Artes (tradicional espaço para óperas e shows de artistas renomados da MPB), em Belo Horizonte, no mesmo formato do Ibirapuera, o fim dessa etapa na carreira da banda deve acontecer efetivamente na capital mineira, cidade com forma relação com a banda. Na mesma época, inclusive, o Macaco Bong realizará uma mini-turnê inédita pela região metropolitana de BH, circulando por Ribeirão das Neves, Itabirito, e Sabará (onde já tocaram no ano passado, no festival Escambo, e se hospedaram por alguns dias em 2008).

Ps.: Algumas músicas novas do Macaco já podem ser ouvidas por aí, como "Um G Bem Quente", "Broken Choco Bread" e "Morango Tango" (outras novas têm títulos como “Caso Você Estiver Sem Buzina Use Isso” e “Smashin Punk”).

13 de dezembro de 2008

INTERFERÊNCIAs na cultura (jornalística)

A merda é fruto do tempo. Em diferentes aspectos. O bolo alimentar percorre um longo caminho, o que demanda tempo, até ser transformado e chegar ao seu destino final (analisado por Foucault). O que era bom há 30 anos, hoje, após o efeito do tempo, é merda. No jornalismo, muita merda também é culpa do tempo. Nesse caso, tempo de duração, aliado ao espaço.

Imagine: lá está o pobre jornalista, ganhando seu salário medíocre e lembrando dos quatro anos que passou ouvindo mentiras sobre imparcialidade e ética, obrigado a preencher espaços pré-definidos com seu texto. "5 mil caracteres para essa matéria? Mas eu consigo explicar tudo em 2 mil caracteres, tranquilamente...". Não importa.
No rádio e na TV, pior. Seu programa tem uma duração estabelecida, 30 minutos, por exemplo, e periodicamente você deve preenchê-la com conteúdo aparentemente novo e diferente (lembre-se, eu escrevi "aparentemente").
Em todos esses casos, qual o resultado? Muita merda, óbvio. É extremamente imbecil definir a criação intelectual a partir do espaço e tempo a ser ocupado pela mesma. Cada pessoa, tema ou ocasião requer um tratamento diferenciado, o que resulta em tempo e espaço também diferenciados.

Nos veículos impressos, no rádio ou na TV, a situação é complexa e é necessário interesse (algo que as empresas de mídia, em sua maioria, não têm) em revertê-la. Em contraponto, a internet oferece alternativas eficazes e práticas. (Praticamente) sem limite de espaço e tempo, é possível deixar a criação fluir, sem ter que contar os caracteres ou os segundos - podendo exagerar na liberdade e cair na chatice, é verdade.

Em alguns casos, no entanto, existem produções que funcionam em diferentes formatos, podendo se apropriar das características de um determinado meio para potencializar sua ação. Este é o caso do Interferência.

Exibido dentro do programa "Manos e Minas", na TV Cultura, o Interferência é um quadro de entrevistas focado na temática da marginalidade sócio-cultural. Apresentado pelo escritor Ferréz, o quadro sempre é filmado em um mesmo bar do Capão Redondo, na periferia de São Paulo, reflexo da naturalidade das conversas e de sua intenção de "tirar o acesso e a produção da informação apenas do círculo composto pela elite cultural , estendendo-os às demais esferas sociais".

Cada entrevista resulta em 3 ou 4 minutos extremamente interessantes que decorrem naturalmente. Além disso, a página oficial do Interferência é um blog que ajuda a contextualizar a participação de cada convidado, com informações adicionais de seus trabalhos/vidas, e disponibiliza todo seu arquivo no Vimeo, com vídeos em alta resolução e material extra de algumas conversas.

No atual contexto do jornalismo cultural brasileiro, é uma pena que essa experiência seja apenas uma interferência e não represente uma nova abertura prática e conceitual.

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Para quem, assim como eu, não tem tempo (de novo ele) de assistir TV, selecionei alguns episódios do Interferência


Extratos:
"Só os (jornalistas) mortos não mentem" (citando Fred 04)
"A ficção é menos mentirosa que o jornalismo"
"Ninguém fala do jeito que sai nas aspas dos jornais, a não ser político e jogador de futebol, que falam sempre a mesma coisa"


Lourenço Mutarelli, falando, entre outras coisas, sobre como um possível patrocinador pode influenciar na criação de uma obra.


Extratos:
"Você não precisa vender a alma, mas parte do corpo às vezes sobra"
"Onde há grana, há burguês. Se você não aprende isso você tá fora"


Discutindo o que é MPB e o jornalismo cricri da Folha.

18 de novembro de 2008

Meio Desligado na TV (e no café)

Hoje, a partir das 19h, participo ao vivo do programa Brasil das Gerais, da Rede Minas. O tema é blogs. Estou preparando meu bigode postiço e um figurino estilo Brandon Flowers.


Sábado, a partir das 20h, acontece a segunda edição do Overmundo Colabora, desta vez no Casa Lounge Café (Rua Congonhas, 527, bairro Santo Antônio, BH). Eu (agora assinando como DJ Meio Desligado) e mais uma penca de gente nos apresentaremos na festa que também marca a abertura de mais uma edição do festival arte.mov.
A programação da noite é mais ou menos essa:
1. Dejotas
a) DJ Meio Desligado (Marcelo Santiago)
b) Camaco (Sérgio Sampaio/Overmundo)
c) DJ FMX (Fernando Mendes - Dubstep)
d) Raul Luna

2. Imagem e som juntos
a) Live Leandro Araújo +Daniel Nunes (Constantina / Lise)
b) Live Nem só o que anda é móvel
c) Live Igor Amin com DJ FMX

3. Vjing
a) VJ Erick Ricco
b) TV Primavera (Raul Luna)

4. Instalação
a) OCCA apresenta Teletommy

22 de outubro de 2008

Outrorock na TV

Uma nova forma de diálogo entre música, espaço urbano e internet. É mais ou menos essa a proposta da TV Outrorock, nova iniciativa do coletivo Outrorock, que será lançada amanhã, na Obra. A festa terá shows das bandas Lafusa (Brasília) e Cinza (BH) e participação dos DJs Mi Simpatia, jjbz (ambos do coletivo Pegada) e Meio Desligado (eu! resolvi assinar com esse nome minhas discotecagens a partir de agora e usar a P.U.T.A apenas para fins vanguardistas da porra).

A TV Outrorock ficará hospedada no MySpace e contará com vídeos experimentais de bandas belo-horizontinas em locais pouco convencionais (em se tratando de bandas de rock) da cidade.

A festa começa às 22h, provavelmente com meu set de música ucraniana + alt.punk francês, e a entrada custa R$ 8. Hora de conhecer (ou conferir ao vivo) a super pegada do Lafusa (entre o alternativo e um invariável apelo pop) e a melancolia indie do Cinza (como o nome indica).

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