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23 de junho de 2015

Segunda edição do festival Vozes do Brasil acontece em BH entre 26 e 28 de junho

Criado pela jornalista Patricia Palumbo, o programa Vozes do Brasil está no ar em diversas rádios país afora e também na internet, sendo testemunha das transformações ocorridas nos últimos 17 anos da música brasileira. Após uma bem-sucedida primeira edição realizada em 2014, que contou com cinco noites com ingressos esgotados e nomes consagrados ao lado de novos representantes da música brasileira na programação (Karina Buhr, Marina Lima, Anelis Assumpção, Zélia Duncan, Ana Cañas, Flávio Renegado, Marina Machado, Marcelo Jeneci, Pedro Morais e Paulinho Moska), a segunda edição do Festival Vozes do Brasil acontecerá novamente no teatro Oi Futuro Klauss Vianna, desta vez entre os dias 26 e 28 de junho. Serão três noites com artistas que se destacam no cenário musical atual, selecionados por Palumbo:

Thiago Pethit (dia 26, sexta)
Mariana Aydar (dia 27, sábado)
Tiê + Makely Ka (dia 28, domingo)

As apresentações acontecerão às 21h e terão ingressos à venda por R$ 10 (meia-entrada) e R$ 20 (inteira). O encontro de Tiê com o multiartista Makely Ka é inédito (e inusitado); Thiago Pethit retorna à cidade cinco meses após lançar por aqui seu mais recente disco (que aconteceu no início do ano no festival Furor); e Mariana Aydar volta a apresentar seu show solo em BH após anos (em breve ela lança novo trabalho em parceria com o artista Nuno Ramos).

Sobre os artistas

Dia 26, sexta

THIAGO PETHIT
Com formação em artes cênicas, Thiago Pethit estudou canto e composição em Buenos Aires e Paris. Lançou seu primeiro trabalho como músico em 2008, com o EP "Em outro lugar". Seu disco de estreia, "Berlim, Texas", (2010), rendeu a Pethit o prêmio Aposta MTV no VMB 2010 e levou seu show a diversas cidades brasileiras e a países como Argentina e Portugal. "Estrela Decadente", seu segundo disco, foi lançado em 2012 e ampliou a base de fãs do artista. Atualmente divulga seu terceiro CD, "Rock'nroll sugar darling" (2014), no qual apropria-se do rock em sua origem marginal, afetada, sexy e debochada para chegar a canções em que guitarras rockabilly e tambores à la Bo Diddley convivem com batidas eletrônicas, elementos digitais e samples.

Dia 27, sábado

MARIANA AYDAR
Representante da nova safra de cantoras brasileiras surgidas nos anos 2000, Mariana Aydar possui três discos lançados e parcerias com grandes nomes da música brasileira no currículo. Sua música dialoga com a MPB, samba, forró e música afro-brasileira. Após dividir o palco com Elba Ramalho em BH no ano passado, Mariana retorna à cidade quase três anos após sua última apresentação solo por aqui. Nos próximos meses a cantora lançará seu quarto disco, desta vez em parceria com o multifacetado artista Nuno Ramos.

Dia 28, domingo

TIÊ
Cantora e compositora de voz doce e letras sinceras, Tiê tem três discos:  “Esmeraldas” (2014), “A Coruja e o Coração” (2011) e “Sweet Jardim” (2009). Já se apresentou em festivais como Rock In Rio (RJ e Lisboa), SXSW (Texas, EUA), Planeta Terra (SP) e Coquetel Molotov (Recife), além de ter se apresentado para 2 milhões de pessoas no Réveillon da Paulista.

MAKELY KA
Poeta, músico e produtor cultural, Makely Ka possui dois discos solo e uma extensa lista de composições gravadas por outros artistas, entre os quais estão nome como Ná Ozzetti, Aline Calixto e Estrela Leminski. O segundo álbum do compositor surgiu a partir de uma jornada de quase 2mil km pelo sertão mineiro, remetendo aos caminhos percorridos por Riobaldo, personagem do livro 'Grande sertão: veredas', de Guimarães Rosa.

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Diferentemente do ano passado, quando fiz a coordenação de produção do festival, este ano trabalhei apenas na pré-produção e atuarei de forma diferente: cuidando do bar do festival. Quem chegar mais cedo também vai poder ouvir as playlists especiais de música brasileira que preparei pro Vozes. Aqui, um resumo do que foi a primeira edição do festival, em 2014.
 

24 de julho de 2014

La Blogoteque em São Paulo

O famoso blog francês La Blogoteque, mais conhecido por sua série de vídeos "Take away shows", registrou performances de alguns artistas brasileiros na cidade de São Paulo entre os anos de 2011 e 2012, mas que estão sendo lançados somente agora em 2014. Ainda faltam os vídeos da A Barca e Apanhador Só, mas todos os outros já lançados você pode assistir abaixo, começando pelo curta-metragem que fizeram com esses mesmos artistas, intitulado "Arua Amusica", no qual falam sobre suas relações com a capital paulista.

Atualização do dia 1º de agosto: agora os vídeos da A Barca e Apanhador Só já foram publicados e estão no post.


Tulipa Ruiz _ "Brocal dourado"


Lucas Santtana _ "Nighttime in the backyard"


Criolo (com Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Luísa Maita) _ "Linha de frente" e "Mariô"


Luísa Maita (com Rodrigo Campos) _ ""


Thiago Pethit (com Dom La Nena) _ "Mapa mundi"


Metá Metá _ "Engasga gato" e "Oranian"


Emicida e Rael _ "A cada vento"


Rodrigo Campos (com Kiko Dinucci) _ "Samuel"


Mallu Magalhães _ "Sambinha bom"


A Barca _ "Senhor São João & Santo Antônio"


Apanhador Só _ "Prédio e Nescafé"


Kiko Dinucci & Juçara Marçal _ "Vias de fato"


Dom La Nena _ "O vento"


Rafael Castro _ "Fazenda"


Tulipa Ruiz _ "Às vezes"


Thiago Pethit (com Dom La Nena) _ "White hat"


Mallu Magalhães _ "Higly sensitive"


Apanhador Só _ "Maria Augusta"


Mallu Magalhães _ "Lonely"

2 de janeiro de 2013

Melhores músicas de 2012 na escolha do Meio Desligado

Lista feita a pedido do ótimo blog Hominis Canidae para uma parceria deles com o pessoal do Coquetel  Molotov (responsáveis pelo festival de mesmo nome, um dos eventos musicais mais interessantes do Brasil), para o programa de rádio destes. Assim como todas as listas, é uma seleção limitada da grande produção nacional de 2012, mas que segue um recorte estético de acordo com o Meio Desligado e que reúne alguns dos principais "hits pessoais" (as músicas que mais ouvi) desse ano.


Abaixo, a lista completa enviada para eles, com nome do artista, "nome da música" e (nome do álbum).

  • Gui Amabis - "Menino horrível" (Trabalhos carnívoros)
  • Metá metá - "Man feriman" (MetaL MetaL)
  • Jair Naves - "Pronto pra morrer (o poder de uma mentira dita mil vezes)" (E você se sente numa cela escura, planejando a sua fuga, cavando o chão com as próprias unhas)
  • Sexy Fi - "Pequeno dicionário das ruas" (Nunca te vi de boa)
  • Leonardo Marques - "Linha do trem" (Dia e noite no mesmo céu)
  • Siba - "Brisa" (Avante)
  • Tulipa Ruiz - "Quando eu achar" (Tudo tanto)
  • Thiago Pethit - "Moon" (Estrela decadente)
  • Iconili - "O rei de tupanga" (single)
  • Abayomy Afrobeat Orquestra - "Afrodisíaco" (Abayomy)

3 de dezembro de 2012

25 de novembro de 2012

3 vídeos

O experimentalismo do Cidadão Instigado, o saudosismo de Thiago Pethit e o amor lisérgico de Karina Buhr.


13 de outubro de 2012

Pós-rádio #5


Thiago Pethit - "Moon"
Boy - "Little numbers"
Habanot Nechama - "Flowers"
Quarto Negro - "Quando o mar não vem"
STS9 - "Golden gate"
Telepathe - "Destroyer (Trent Reznor, Alessandro Cortini, Atticus Ross remix)"
Câmera - "Isles"
Pile - "Prom song"

2 de junho de 2012

Conexão Vivo BH 2012: um pouco sobre como foi

Acompanho o Conexão Vivo há anos. Inicialmente, como espectador. Depois, como produtor de artistas que se apresentaram e, nos últimos dois anos, como parte da equipe do projeto. Posso afirmar, tendo me relacionado com o Conexão de diferentes formas, que realmente se trata de um dos principais fomentadores da nova música brasileira. Muita gente não sabe, mas o Conexão Vivo não é apenas um festival, mas sim um grande programa de patrocínios no meio musical que abrange iniciativas diversas, desde projetos de circulação de artistas à manutenção de webtvs e estúdios.

Ano passado, fiz um relato um pouco mais afetivo sobre o Conexão Vivo. Portanto, vou me ater às questões musicais e destacar os shows mais interessantes que vi ao longo das últimas semanas. Ao fim, está o texto de balanço desta edição do Conexão Vivo BH. São informações que ajudam a compreender o  tamanho do programa e sua importância para a cena cultural de Belo Horizonte.

Essa foi uma edição marcada por surpresas. Poucas pessoas na plateia pareciam realmente conhecer o som do BaianaSystem, mas isso não impediu que a massa balançasse ao som dos graves do grupo, que já foi a escolha do Meio Desligado para a coletânea Music Alliance Pact. Funciona muito bem ao vivo, com o baixo e a percussão provocando uma experiência física através dos graves. Talvez o meu show favorito nesta edição do Conexão.


Thiago Pethit já havia feito um bom show no Conexão Vivo BH em 2011, mas este ano foi além do que qualquer um poderia esperar. Inclusive o próprio. Tocando no Grande Teatro do Palácio das Artes lotado, antes do show de Tulipa Ruiz, Thiago fez um show emocionante para um público que também se entregou e cantou durante quase toda a apresentação. Nitidamente nervoso em alguns momentos, sua fragilidade acabou por tornar o espetáculo ainda mais sincero e intenso. Após o show, o consenso geral foi de que Pethit literalmente tomou o público que havia enchido o teatro para ver Tulipa Ruiz (que fez um show bom, mas sem a espontaneidade e o calor de Thiago).

O paraense Felipe Cordeiro, ainda desconhecido do grande público, agradou pessoas dos mais distintos gostos. Dos paraenses que se apresentaram, foi o mais elogiado, mesmo com os conterrâneos da Metaleiras da Amazônia tendo feito um animado show (e que, inclusive, encerrou o Conexão deste ano). O baiano Magary Lord foi outra surpresa, no caso, nem tão positiva para parte dos presentes. Sua abordagem de axé com ritmos africanos espantou algumas pessoas que, aparentemente, esperavam uma continuidade da leseira ragga/dub do show anterior (BaianaSystem).


Bixiga70 e Criolo confirmaram o hype em torno de seus nomes. Incrível notar o crescimento do público do Criolo em BH em menos de um ano, desde que se apresentou pela primeira vez na cidade, no festival Transborda. O dia de seu show foi o mais cheio de todo o evento, chegando a 7 mil pessoas e deixando outras tantas do lado de fora do Parque Municipal. Já o Bixiga70 encerrou o dia mais indie do Conexão Vivo (Garotas Suecas, Apanhador Só e Aeromoças e Tenistas Russas também fizeram bons shows horas antes) apresentando de forma fiel as músicas de seu bom CD de estreia.


29 de novembro de 2011

Meio Desligado entre os melhores blogs do mundo?

=D

O portal Blogs Box pretende reunir em sua plataforma blogs de destaque nas áreas da música, moda, design, gastronomia e turismo, entre outros temas. Os principais posts dos blogs selecionados são filtrados e publicados diariamente no portal, funcionando como um guia para se acessar conteúdo de qualidade. O Meio Desligado foi um dos blogs selecionados para fazer parte do projeto em seu início, assim como o blog de música do jornal inglês The Guardian (este, parceiro do Meio Desligado há meses na Music Alliance Pact), o americano All Things Go e o francês Fubiz.

Pra completar a boa notícia, o cantor Thiago Pethit fez uma lista com os cinco blogs de música que ele mais acessa e adivinhe quem está lá no meio?


O reconhecimento está vindo, agora só falta chegar o dinheiro.

21 de junho de 2011

Mistureba: Soundcloud, Thiago Pethit e design sonoro

Soundcloud chega aos 5 milhões de usuários
A grande plataforma de publicação de arquivos de áudio Soundcloud recentemente alcançou a marca de 5 milhões de usuários em todo o planeta. Para comemorar, criaram um gráfico que apresenta alguns momentos relevantes de sua trajetória, como as adesões de artistas como Moby (fim de 2008), Foo Fighters (2010) e do ator (e investidor em tecnologias digitais) Ashton Kutcher (2011).



Aproveite para ver como é o escritório do Soundcloud na Alemanha.

Do jeito que o Thiago gosta
Vídeo-teaser de uma nova música do Thiago Pethit, ainda sem título definido (segundo o cantor, um dos nomes possíveis é esse que você leu acima), feito pelo fotógrafo especializado em moda Gianfranco Briceño. Em BH, quando fez o último show da programação do Conexão Vivo deste ano, Pethit encerrou sua bela apresentação com essa música.




O som aumenta a percepção positiva da marca
Artigo interessante no Webinsider sobre design sonoro. Leia um trecho:

"O som é uma linguagem universal, acima de todas as línguas e está presente nas nossas vidas o tempo todo, na sua maioria de forma inconsciente. Quando estamos em uma esquina barulhenta, por exemplo, fazemos de conta que o barulho não existe – enquanto ele, de fato, existe e nos afeta. 
Fisicamente, o som altera os batimentos cardíacos, a respiração e as ondas mentais. É como quando ouvimos o som do mar e relaxamos. Os ciclos das ondas do mar têm grande relação com o ciclo da respiração e por isso são muito familiares e reconfortantes. A música altera a estrutura molecular da água. Nosso corpo contém 77% de água. Assim é correto afirmar: a música tem o poder de atuar fisicamente na nossa saúde. 
Psicologicamente, a música é capaz de mudar o humor e interferir no estado emocional: provoca tristeza, alegria, irritação. A música pode mudar completamente a qualidade de nossos momentos e da nossa vida. 
Nosso poder de processamento auditivo nos permite escutar um som de cada vez. Assim, quando se está num escritório barulhento, o ruído excessivo pode causar danos à saúde e à produtividade das pessoas – esta chega a cair muito, cerca de 66%. Imagine o impacto disso para as empresas?"

14 de abril de 2011

Caetano Veloso é indie (para a nova geração)


Estava assistindo ao vídeo desta "Nightwalker", do Thiago Pethit, e uma amiga indie que tem lá seus 15 anos reconheceu a Alice Braga e perguntou se era uma música nova do Caetano Veloso cantando em inglês. Sintomático?

Ps.: Minha impressão inicial era muito menos chocante: encarei esse vídeo como resultado de um clipe da Feist  feito com a prostituta interpretada pela Alice no filme Cidade Baixa.

23 de junho de 2009

Mistureba # 8

sem ordem de preferência.

Redação da Trip

A Trip, uma das minhas revistas favoritas, mostrou sua redação para a Enxame.tv, iniciando uma parceria que promete render ótimos resultados. Matéria ágil, com um bom ritmo e um trabalho gráfico interessante. Já faz um tempinho que publicaram isso, mas essa é a vantagem da internet.



Sem Palavras com Algo a Dizer
"Com propostas sonoras variadas, nova geração do rock independente aposta nas canções sem vocais". Prévia da matéria que está na Rolling Stone desse mês (e que tem uma capa hor-ro-ro-sa, bicha!). Eu não vou comprar e não vai me fazer falta alguma.

Diário de bordo no Porto Musical
O festival já acabou e agora você pode sacar um pouco do que aconteceu através da experiência do pessoal do coletivo Mundo, que pegou estrada em João Pessoa à caminho de Recife para o evento.
Eles não beberam enquanto dirigiam, ok? Isso é feio.

"Essa Canção Francesa", de Thiago Pethit
O Pethit dá o recado:
"Convido-os a assistir ao clipe da música ‘Essa Canção Francesa’, que faz parte do meu EP de estreia, ‘Em Outro Lugar’. Dirigido por Rafael Barion e Adams Carvalho, o vídeo foi feito com uma técnica de animação conhecida como rotoscopia. Ele foi filmado, editado e depois desenhado frame por frame pelo Adams Carvalho. Esse é o segundo clipe do Adams, que já tinha dirigido o vídeo de ‘Green Grass’, da Cibelle."



Macaco Bong e Autoramas em uma foto mal feitaMacacos andando de autorma na Argentina
"O Kayapy foi aproveitar a grana a mais ganha com o cambio e foi atrás de um afinador para guitarra. Explicando melhor, aqui um real vale cerca de 1,75 pesos. O preço dos produtos são praticamente os mesmos, mas a grana quase dobra com o cambio. Tamanha foi a felicidade na banda quando vimos o Fender PT100. Segundo o Ynaiã, a banda esta dividida em Antes Argentina e Depois Argentina".

Trecho do diário de turnê do grande Macaco Bong na Argentina, onde trombaram com o Autoramas também. Não sei onde publicaram isso, só sei que foi assim, belê?

16 de abril de 2009

A fuga de Thiago Pethit e as paisagens em um caminho incerto

Thiago Pethit por Autumn SonnichsenLembro-me perfeitamente do momento em que, durante o festival Eletronika 2008, em BH, conversava com o Guizado sobre a capacidade da música instrumental fazer com que o ouvinte construa imagens mentais únicas baseado apenas no som e algumas poucas palavras usadas para nomear a música em questão, resultando em experiências singulares e às vezes indecifráveis, inexplicáveis.

Esse poder sinestésico presente em algumas obras (e que encontra respostas mais fortes em certas pessoas) foi o que mais me chamou atenção em "Fuga n°1", novo single virtual de Thiago Pethit. A canção de Pethit não é instrumental e sua letra não é complexa. Mesmo assim, é excelente exemplo da força da música em extrapolar o campo sonoro e permitir novas reações em quem a escuta.

De início solitário e a bela voz indicando um coração partido, "Fuga n°1" cresce em constante profusão de instrumentos e angústia, carregada de um bucolismo majestoso e triste, como se fosse a música tocada por uma trupe circense perdida e sem perspectiva em meio aos campos e tocar fosse tudo que lhes restasse.

Demonstrando evolução em relação ao (bom) trabalho apresentado no EP Em Outro Lugar, de 2008, Thiago Pethit caminha entre o indie folk exótico cujo maior representante é o Beirut e a melancolia acústica de Nick Drake, sem, no entanto, deixar claro qual será o caminho trilhado.

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O single "Fuga n°1" contou com lançamento virtual simultâneo em vários blogs brasileiros nesta quarta-feira. Abaixo estão os links para download da música e do EP Em Outro Lugar, além dos blogs que participaram do lançamento.

Fuga n°1
Em Outro Lugar

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