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4 de março de 2019

3 canais no Youtube para aprender sobre pedais e efeitos

Há 8 anos não tenho uma TV em casa. Assim como muitas pessoas, criei o hábito de deixar vídeos rolando no computador ou no celular enquanto faço tarefas domésticas como cozinhar, arrumar a casa ou mesmo durante o banho. Desde o ano passado, quando abandonei o Netflix, passei a pesquisar canais sobre diferentes temas no Youtube e descobri dezenas de canais ótimos. Farei uma série sobre alguns canais especializados em música e começo com os meus favoritos sobre os dedicados a pedais de efeitos (às vezes também sobre outras questões ligadas a áudio).

As séries Show Us Your Junk! e Board to Death, ambas da produtora de pedais Earthquaker Devices, talvez sejam as minhas preferidas. Board to Death é focada nos pedalboards dos músicos. Vídeos curtos, geralmente em torno de 5 minutos, nos quais são apresentados os equipamentos usados por integrantes de bandas como Warpaint, Queens of the Stone Age, Wilco, Ministry, A Perfect Circle, Chon e Boris, entre outros. Já a Show Us Your Junk! registra visitas a estúdios, nas quais músicos e produtores como Ross Robinson (At The Drive-In, Korn, The Cure), Joe Barresi (Tool), Mario Caldato (Beastie Boys, Planet Hemp), Mark Mothersbaugh (Devo) e Lee Ranaldo (Sonic Youth) mostram seus equipamentos e locais de gravação.



O britânico That Pedal Show é mais prolixo, frequentemente com vídeos de uma hora. A duração estendida permite abordagem mais detalhada, apesar dos trechos com os apresentadores tocando às vezes serem longos demais. Um dos apresentadores, Daniel, é dono da produtora de pedalboards TheGigRig, que cria pedais personalizados para gente como o Ed O'Brien (Radiohead). Até o fim de 2015 os vídeos do That Pedal Show eram publicados no canal do Daniel no Youtube e no início de 2016 o programa passou a ter um canal próprio.


A JHS, outra produtora de pedais, tem um canal interessante no qual Joshua, fundador da empresa, se dedica menos a testar os pedais e mais na contextualização histórica e vídeos temáticos sobre tipos de efeitos.


E como curiosidade, o Pedal and Effects, canal do Juan Alderete (baixista do The Mars Volta e Marilyn Manson), mais voltado para teste de pedais e conversas com músicos.

25 de novembro de 2015

Quais os melhores horários para postar nas redes sociais?

Estar presente nas redes sociais é algo que praticamente toda banda faz para ampliar seu público e manter contato com sua base de fãs. Apesar de a atualização constante dessas redes não ser necessariamente obrigatória, é natural que, uma vez que um perfil em uma rede foi criado, se queira obter o máximo possível dele. Pensando nisso, quais seriam os melhores horários para publicar no Instagram, Facebook e Twitter? Algumas pesquisas divergem entre os melhores dias e horários, o que reforça o fato de que tudo varia de acordo com o perfil e a cultura do seu público. No entanto, é possível observar alguns horários com maior propensão a interações e de presença dos usuários.

Instagram
Um amigo disse que a melhor hora para postar no Instagram é durante o cocô matinal. Ele está certo: segundo o Web Trends, o período entre 7h e 9h está entre os mais ativos, quando as pessoas acordam e querem se atualizar do que está acontecendo. Outros bons horários seriam entre 11h e 14h (horário de almoço) e entre 17h e 19h (enquanto as pessoas voltam do trabalho).
O dia com maior possibilidade de interações é o domingo (reforçando a fama do Instagram de ser uma rede social ligada ao lazer) e, no caso dos vídeos, as interações são maiores durante a noite ou pela manhã (o que é explicado em pesquisa da TrackMaven pelo fato de o áudio dos vídeos poder chamar muita atenção durante o horário de trabalho).
Já o Huffington Post, em parceria com o Latergramme, publicou que os melhores horários seriam às 2h da madrugada e às 17h, por serem horários com menos publicações e, portanto, mais fácil atingir os usuários ativos no momento.


Facebook
Uma boa ferramenta para analisar o resultado das suas ações no Facebook é a Fanpage Karma. Através dela você pode ver os horários e dias em que suas publicações têm obtido mais curtidas e compartilhamentos, assim como outras variáveis.
Segundo o Hubspot, os melhores horários para publicação seriam às 13h (para obter mais compartilhamentos) e 15h (para ter mais likes) durante os dias de semana. Usando o Fanpage Karma, no entanto, o melhor horário para publicação na página do Meio Desligado, por exemplo, seria entre 10h e 12h.


Twitter
No caso do Twitter, as mesmas fontes citadas anteriormente apontam que os horários de destaque seriam 12h e 18h (para mais cliques) e 17h (para mais retweets). Assim como no caso do Facebook, o melhor é utilizar ferramentas que analisem sua atividade na rede social, como o Follower Wonk (e vários outros semelhantes) e os próprios dados estatísticos do Twitter.

* Infográficos sobre Twitter e Facebook extraídos de arquivo do Hubspot; infográfico do Facebook produzido pela Microsoft.

26 de dezembro de 2014

Instrumentos virtuais para se divertir

Dois experimentos interessantes de instrumentos virtuais são o Patatap e Theremin. O segundo, como o próprio nome diz, simula os sons produzidos por um teremin e é tocado através do mouse ou do touchpad do computador. Já o Patatap, disponível também abaixo, é tocado através das teclas do computador e possui um visual diferenciado (use a barra de espaço do teclado para mudar o banco de sons e o visual gerado por cada tecla).

Quem se interessar por essas experiências de criação de música online (ou de puro entretenimento) também deve conferir:
Pare tudo o que estiver fazendo e use isto por alguns minutos
Como produzir músicas direto na web
DM1, um dos melhores aplicativos para fazer música no iPhone e no iPad
Incredibox, mais uma experiência musical online
Jam no navegador
Discotecando direto do navegador


21 de julho de 2014

Comprei um iPad, quais aplicativos você me indica?

Trip e TPM
Quem tem iPad pode ler as edições das revistas Trip e TPM de graça, na íntegra. A única diferença é que os ensaios da Trip são censurados, porque a Apple não permite nudez nos aplicativos.

Flipboard
É como uma revista digital criada a partir dos seus próprios interesses. Também resume os principais links compartilhados entre os seus feeds do Facebook e Twitter, além de escolhas dos editores do Flipboard.

Spotify, Deezer, Rdio
Porque baixas música é muito anos 2000, né?

Wunderlist
Gerenciador de tarefas que pode ser sincronizado no celular e no computador, além de compartilhar tarefas com outros usuários.

Pocket
Salve links para ler depois. Você pode salvá-los e lê-los em diferentes dispositivos (computador, celular ou tablet).

Werdsmith
Semelhante ao "Notas", nativo do iOS, mas com uma interface mais agradável.

Skype
Precisa explicar?

Cleartune
Afinador bastante versátil e fácil de usar.

Duolingo
Aplicativo para aprendizado de línguas. É gratuito e fácil de usar. Ajuda bastante na melhora do vocabulário em línguas estrangeiras.

Gmail, Google MapsDrive, documentos e planilhas Google
Para gerenciar contas do Gmail o aplicativo próprio do Google é muito melhor do que o nativo Mail, da Apple. Para navegação em mapas, o mesmo vale em relação ao Google Maps, em comparação ao Mapas, da Apple. Já documentos e planilhas são para acessar e editar os arquivos criados na plataforma online do Google.

MindNode
App para criação de mapas mentais (mind mapping).

Traktor DJ
Surpreende pela quantidade de recursos. Bom para brincar em casa ou mesmo para tocar em festas.

HBO Go, Netflix, GlobosatPlay, Vimeo, Youtube
Vídeo online e em qualquer lugar. Fique ligado na tag "vídeos" aqui no blog que em breve tem um texto especial sobre isso.

8 de junho de 2014

Linkania #1

De tempos em tempos uma organizada nos links salvos é essencial. Geralmente uso o Delicious para os links que acho interessantes mas não serão utilizados constantemente, o próprio Chrome para organizar os que pretendo usar com frequência (ou quando não tenho tempo sequer de escolher as tags para salvar no Delicious) e o Get Pocket para as páginas que pretendo acessar posteriormente, quando estiver com calma, mas que não necessariamente serão acessadas mais de uma vez no futuro (o serviço é o equivalente ao "assistir mais tarde", só que para qualquer tipo de link).

Abaixo está uma lista da última filtrada nos meus links.

Lanyard
Serviço para organizar online um registro dos shows aos quais você foi. EM alguns casos, ele até consegue o setlist do show e cria automaticamente uma playlist com as músicas daquela apresentação. Um exemplo na minha página de testes no site.

Evergig
Sabe aqueles vários trechos de músicas que as pessoas fazem nos shows? O Evergig os reúne e edita automaticamente, permitindo assistir aos shows por diferentes pontos de vista. Eles já captaram mais de 1 milhão de dólares, o que deve garantir melhorias no serviço (que já funciona muito bem, diga-se).

Sonata Première
Meu blog favorito para conhecer e baixar filmes. Ótima seleção de filmes mais cult, misturando lançamentos e muitas produções antigas.

Confide
Aplicativo para troca confidencial de mensagens em dispositivos iOS e Android. Só é possível ler uma palavra por vez e a mensagem se apaga após lida. Caso a pessoa tente fazer um "print" da tela, quem enviou a mensagem é informado.

Livemocha
Site para aprender línguas gratuitamente. Além dos tradicionais inglês, espanhol, alemão, francês e italiano, estão disponíveis cursos de japonês, mandarim, coreano, árabe, russo, hebraico, esperanto, catalão e outros.

Parade
Serviço para contar histórias através de fotos em uma página única (single page site). Extremamente fácil de usar e com design agradável.

Clippick e Deskconnect
Ambos são aplicativos para troca de arquivos entre dispositivos. Por exemplo, você faz a foto no celular e transfere na hora para o computador.

Copy
Alternativa ao Dropbox que oferece 15GB gratuitos.

Foap
Rede social para venda de fotos feitas em celulares.

Vhoto
Aplicativo para extrair fotos a partir de frames de vídeos do iPhone ou iPad. Chega de ter que parar o vídeo e dar print screen.

A soft murmur
"Sons ambiente para acabar com as distrações". Você escolhe sons como os de ondas, pássaros ou chuva, entre outros, e os toca simultaneamente ou separados (cada som tem um controlador de volume individual).

Sleio
Site de pesquisas na web que promete doar todos os seus ganhos para caridade. Você escolhe com qual causa quer colaborar (Unicef, pesquisas contra o câncer, desenvolvimento de vacina contra o HIV etc) e a partir de então os ganhos de publicidade gerados a partir dos links em que clicar são direcionados às instituições escolhidas.

Big-ass message
Serviço para criação de páginas estáticas com mensagens simples e visual kitsch.

Evitando microfonias
Texto com algumas dicas para melhorar o som das bandas ao vivo e evitar ruídos indesejados.

Buy me a pie
Listas de compras sincronizadas entre diferentes dispositivos.

List of things for sale
Um site simples e direto para criar listas de coisas à venda.

Rithm
Aplicativo para troca de mensagens através do envio de músicas. Como se no Whatsapp cada mensagem fosse, na verdade, uma música com algum comentário.

Legitimix
Site para pesquisa de remixes.

PagSocial
Arquivos para download em troca de divulgação nas redes sociais.

Word Counter
Site simples e leve para contar caracteres de textos.

13 de abril de 2014

Instagram + jornalismo musical: @indicamusica

A última vez em que comprei um CD em uma loja foi em maio de 2003. Desde então, tenho ouvido música no computador e no celular (mais recentemente, também no tablet), ligados nos fones de ouvido ou em caixas externas. Nos últimos anos, os momentos de deslocamento têm sido os que permitem maior atenção à música. A caminhada entre casa e escritório é sempre acompanhada de uma trilha sonora distinta. Com isso na cabeça, pensei: "por que não escrever sobre o que eu, literalmente, ando ouvindo?".

Para consolidar o projeto, a plataforma de publicação tinha que estar diretamente ligada à mobilidade, algo que fosse natural ser acessado pelo celular. Daí a ideia de usar o Instagram. Se ouvimos cada vez mais música no celular, por que também não escrever e ler sobre música no celular?

Resumidamente, o perfil @indicamusica no Instagram é uma fonte de sugestões musicais através de resenhas sobre os álbuns que eu e a Flora Pinheiro (que chamei para fazer o projeto comigo desde o início) estamos ouvindo. Mas é também um experimento de linguagem, uma apropriação de uma plataforma criada inicialmente com outros objetivos e um desvio em relação ao que se espera dela. O Instagram é uma rede de compartilhamento de fotos do dia-a-dia porque essa foi a forma através da qual fomos instruídos a usá-la. No entanto, dentro de suas limitações técnicas existe um campo de possibilidades pouco explorado.

Para todos os que usam o Instagram, fica a dica para começar a seguir o @indicamusica. Garanto que não tem punheta de crítico e que as indicações musicais serão bem diversas. Abaixo, alguns exemplos de resenhas que publiquei por lá (por enquanto, a Flora é quem tem escrito mais sobre os lançamentos nacionais, mas não foi algo pensado - eu simplesmente tenho ouvido mais bandas internacionais nos últimos meses).

Mundo Livre S/A e Nação Zumbi
Mundo Livre S.A vs Nação Zumbi
Anos após o fim da Orquestra Manguefônica, Nação Zumbi e Mundo Livre S/A se reencontraram em #2013 para gravar o álbum "Mundo Livre S.A. vs Nação Zumbi", no qual cada banda recria 7 canções da outra. Enquanto o #MundoLivre dá uma sonoridade lisérgica aos clássicos "Praieira" e "A cidade", a Nação imprime sua identidade nas composições de Fred 04, que ficaram mais pesadas e "acessíveis". O "lado b" do disco, com as versões criadas pela #naçãozumbi é irrepreensível, tanto pela escolha do repertório como pelos novos arranjos. As ótimas letras do Mundo Livre ganham vida com o instrumental mais encorpado da Nação. O clássico som do #manguebeat comanda "Pastilhas coloridas" e "Livre iniciativa", enquanto "Seu suor é o melhor de você" e "Girando em torno do sol" são baladas como há muito não se ouvia na banda. Da parte do #mundolivresa, destaque também para o inusitado novo arranjo para "Meu maracatu pesa uma tonelada" e o punk samba de "Rios, pontes e overdrives".


Apparat
Krieg und Frieden (music for theatre)
Criado a partir da trilha sonora que elaborou para uma adaptação teatral de "Guerra e Paz", de #Tolstoy (daí o nome "Krieg und Frieden", tradução do título para o alemão), Apparat fez um álbum que amplia sua versatilidade como artista e produtor. O álbum possui as ambiências e influências discretas de pós-rock que aparecem em CDs anteriores, como "Walls" (de 2007) e "The Devil´s Walk" (de 2011), mas, apesar de ter a música eletrônica como base (principalmente através de variações de subgêneros como glitch e IDM), são as texturas, as orquestrações e os elementos orgânicos das músicas de "Krieg und Frieden" que constituem a novidade no trabalho de #apparat. É um álbum calmo e sensível, basicamente instrumental (apenas duas faixas são cantadas), ideal para madrugadas insones. Quem gosta de #jamesblake, #radiohead, #boardsofcanada e #fourtet deveria ouvir.


John Grant
Pale Green Ghosts
John Grant é um americano de meia-idade, homosexual, HIV positivo, fracassado tradutor de alemão que durante anos manteve uma banda de indie rock de pouca relevância e que atualmente vive na Islândia. O que em outros casos poderia se limitar a simples informações de bastidores é crucial para se entender a fundo o trabalho do autor de "Pale Green Ghosts", eleito pelo selo/loja #RoughTrade o melhor lançamento de #2013 (e também presente em diversas outras listas). Mas isso não significa que as músicas de #johngrant sejam fáceis. "Pale Green Ghosts" é um disco de letras fortes, cheias de humor negro e sofrimento, às vezes praticamente faladas sobre batidas cruas e sintetizadores que dificilmente funcionariam em outro tipo de música. Metade do disco é composto por eletrônica minimalista, como em "Black Belt" (uma espécie de #RobinThicke underground) e "Sensitive New Age Guy" (um encontro de #neworder e #LCDsoundsystem). A outra metade mistura baladas depressivas ao piano e synths oitentistas, grande parte tendo a cantora irlandesa #SinéadOConnor como backing vocal - uma das exceções é "GMF" (abreviação de "greatest motherfucker", um dos destaques do álbum).

Charles Bradley
Victim of Love
Soul man no sentido clássico, Charles Bradley traz na voz e nas letras a experiência de uma vida conturbada, mas na qual a música sempre esteve presente, mesmo que em segundo plano (a carreira profissional começou quando estava na faixa dos 60 anos). "Victim of love" é seu segundo CD, no qual as influências de funk e soul dos anos 60 e 70 afloram e resultam em uma obra que mantém a emoção e a energia características do gênero. Boa parte disso, responsabilidade da ótima Menahan Street Band, super banda de apoio de Bradley e que conta com integrantes da The Budos Band, Antibalas e outros combos swingados.

19 de agosto de 2013

Guia para personalizar perfis em redes sociais

Encontrei esse guia no Visual.ly, com os formatos e tamanhos das imagens utilizadas nos perfis/páginas criadas em diferentes redes sociais, como Facebook, Twitter e Youtube. Muito útil para ajudar a deixar a presença online das bandas mais personalizada.

28 de julho de 2013

Incredibox, mais uma experiência musical online

O site não é novo, mas sempre me surpreendo quando uso o Incredibox. Simulando sons feitos com a boca, o usuário tem uma base de 20 samples para usar e ordenar como quiser através de avatares estilizados para dar origem aos sons. A interface divertida é um dos grandes diferenciais do Incredibox, que também permite que as criações sejam gravadas e compartilhadas (mas o download das músicas é pago). 

Para quem quiser usar o Incredibox como fonte mas não se limitar à criação online, uma dica: grave a base de áudio do site no seu próprio computador (simplesmente usando um gravador de áudio ou através de uma placa de áudio externa e software de edição de áudio) e depois remonte da forma que quiser, no software que estiver acostumado a usar.

Abaixo, exemplo da interface do site e, no link da imagem, uma brincadeira que fiz no Incredibox para apresentar seu funcionamento. Clica aí.


3 de junho de 2013

Dicas de aplicativos aleatórios

True skate
A versão virtual do skate de dedo, misturado com a série de jogos Tony Hawk's. Gráficos impressionantes.

Dots
Metáfora da vida nas redes sociais, na qual quem faz mais conexões "vence". É uma espécie de Candy Crush mais bonito e com um conceito por trás pra tentar fazer você se sentir menos mal por desperdiçar horas no game. Observação: meu recorde é 301 pontos.

Rando
App fotográfico experimental no qual usuários anônimos trocam fotos com um desconhecido por vez. A cada foto que você envia um usuário (e apenas ele) a recebe sabendo apenas a cidade onde a foto foi feita e em alguns instantes você recebe outra imagem, feita por outra pessoa, enviada de outra parte do mundo. Não há nenhum tipo de edição das imagens e serve mais para conhecer um pouco do cotidiano de estranhos ao redor do planeta.

Billr
Aplicativo para dividir contas entre várias pessoas. Fácil de usar, pode calcular taxas (como os 10% de serviço, geralmente cobrado) e gorjetas. 

Eggtimer
Um tanto quanto retardado e prático ao mesmo tempo: um app que simula um timer em formato de ovo colorido.

Untime
Outro timer, porém muito mais estiloso e minimalista, apenas com pontos que formam o tempo selecionado e vão se apagando à medida que o período determinado acaba.

 

Pocket Yoga Builder
Sim, um app para guiar você na prática de yoga. Os planos podem ser organizados por dificuldade, categoria e outros parâmetros. No site do desenvolvedor há imagens descritivas de cada posição. Observação: bom mesmo é praticar o naked yoga.

30 de maio de 2013

Hospedagem durante turnês: Airbnb e Housetrip

Na hora de planejar uma turnê, principalmente no exterior, um dos grandes problemas é a questão da hospedagem. Hoteis geralmente são caros e albergues não costumam ter espaço para guardar os equipamentos e instrumentos com segurança. Uma boa alternativa é utilizar sites como o Airbnb e Housetrip (disponíveis em português), que possibilitam o aluguel temporário de quartos ou imóveis inteiros. O mais comum são pessoas que têm quartos livres em casa ou que vão passar temporadas em outras cidades (ou países) e colocam esses imóveis à disposição dos interessados, utilizando esses sites para alcançar mais pessoas com segurança.

Ambos os sites são extremamente fáceis de usar: você pode buscar o local de sua hospedagem através de parâmetros como data, localização, número de quartos, valor, tipo de imóvel, línguas faladas pelo anfitrião e comodidades disponíveis (internet, piscina, ar condicionado etc), entre outros. O pagamento é feito com cartão de crédito e só é debitado após a estadia no local contratado.

Antes de fazer a reserva, o ideal é ler os comentários deixados por quem já se hospedou no local, ver a avaliação do proprietário pelos usuários e pesquisar sobre o bairro do imóvel na internet. Com essas pequenas precauções, a probabilidade de ter problemas com sua hospedagem diminui bastante.


18 de maio de 2013

Downloads em troca de divulgação online


Disponibilizar conteúdo online gratuitamente é praticamente uma regra para bandas atualmente, mas existem opções para potencializar a divulgação online do seu trabalho. Uma delas, interligada ao Facebook, é o Dropify. O uso do serviço é simples: você escolhe o arquivo que deseja colocar para download (uma música, um livro, um vídeo, um CD inteiro etc) e em troca do download o usuário precisa curtir sua página no Facebook. Funciona de forma semelhante ao que o Pay With a Tweet faz no Twitter, mas no Facebook.

Não deve ser usado como regra (afinal, obrigar o seu potencial fã a fazer algo pode não ser uma boa maneira de começar uma relação), mas sim como uma alternativa para tentar divulgar determinado conteúdo na rede social e reforçar sua presença online.

6 de maio de 2013

Um site para calcular a melhor hora de dormir

Uma dica especialmente útil pra quem trabalha na noite ou tem o costume de se jogar na balada e tem que acordar cedo no dia seguinte é o sleepyti.me, site que calcula o melhor horário para você dormir de acordo com a hora em que precisa estar acordado. 

O site baseia seu cálculo sobre os ciclos de sono de 90 minutos, mostrando os melhores horários para dormir e acordar no fim de um ciclo e, assim, sentir-se melhor ao levantar da cama.


4 de maio de 2013

Jam no navegador


Ferramentas online para criação de música geralmente são um pouco complicadas de usar mas são garantia de bons momentos de diversão, principalmente quando possibilitam experiências colaborativas, como no caso do Jam with Chrome. Criado para divulgar o potencial do navegador do Google, o site disponibiliza simuladores de diferentes modelos de guitarras, baixos, teclados e baterias para serem executados por até quatro pessoas simultaneamente. Usando um MacBook Pro e uma conexão de internet de 10MB, funcionou extremamente bem.

Cada "instrumento" pode ser tocado usando as teclas do teclado (no modo "pro") ou com o mouse (no modo "easy", que também vem com programações pré-gravadas, para facilitar), além de parâmetros como efeitos, tempo e afinação que podem ser alterados.


Dá para saber mais sobre a tecnologia usada para construir o Jam with Chrome e também se aprofundar na linguagem de programação envolvida. Se você não for tão nerd, talvez valha a pena ao menos ver essa tentativa tosca de fazer "Iron man" do Black Sabbath usando somente o Jam with Chrome.

2 de maio de 2013

Rapbox

Recentemente conheci o projeto Rapbox e achei interessante. São vídeos publicados periodicamente com artistas da cena hip hop (principalmente paulistas) em estúdio, ao vivo, como esses abaixo. A página no Youtube da produtora responsável pelo projeto, a Casa 1, reúne todos os vídeos feitos até agora (com nomes como Rael, Dexter, Max B.O e Rapadura).







30 de abril de 2013

Utilidade pública: um site para fazer mapas de palco

ATUALIZAÇÃO: o site indicado aqui está fora do ar, mas fiz um novo post com dicas e exemplos de mapas de palco e rider técnico.

Agora não tem desculpa pra qualquer banda usar mapas de palco feitos à mão ou nem ter o seu: é só usar o Free Stage Plots, site super simples que permite a criação de mapas de palco online e os salva em arquivos de imagem, como o abaixo.


Ainda em versão alfa, o site possui interface intuitiva e é ótimo para preparar mapas de palco funcionais rapidamente.

2 de setembro de 2012

Revista Select: cultura digital nas bancas

Protagonista de grande parte das transformações e inovações na cultura, na arte e na comunicação nos últimos anos, a tecnologia intersecciona todo o conteúdo da revista Select. Entre o academicismo teórico da cultura digital e matérias mais acessíveis ao público em geral, a Select aborda as manifestações culturais contemporâneas relacionadas aos meios digitais e é, atualmente, uma das publicações impressas mais interessantes do mercado brasileiro. Um de seus diferenciais é destacar a forma como a cultura digital está inserida no cotidiano e provocar a reflexão sobre sua influência na arte e na cultura moderna.

Para quem ainda não conhece, segue, abaixo, uma matéria da Select e a opção de ler a versão digital da revista.


O sonho não acabou 
A internet nos põe na encruzilhada entre a sociedade do conhecimento e a da imbecilidade. Mas é pré-requisito da inteligência distribuída
Por Giselle Beiguelman 
A WAYBACK MACHINE, um serviço do Internet Archive que arquiva sites desde 1999 tem um acervo que cresce 20 terabytes por mês. Se a biblioteca do congresso dos EUA, a maior do mundo, digitalizasse os seus 33 milhões de livros, produziria 10 terabytes. Resumindo: o Internet Archive cresce, por mês, duas bibliotecas do congresso e seu patrimônio bibliográfico construído em quase 200 anos de história. 
Essa quantidade de dados é um parâmetro do aumento no volume de textos, imagens e sons que temos hoje à nossa disposição. Os mais conservadores dirão que nunca fomos inundados com tanto lixo cultural. esquecem, porém, que a internet não inventou a banalidade, nem a pedofilia, o racismo e outros acintes políticos e estéticos. Apenas deu vazão a eles. 
Mas deu vazão, também, a um manancial de recursos que quebrou a hierarquia da cadeia produtiva cultural. Possibilitou que artistas e criadores chegassem ao público e aos críticos antes de passar pela chancela da galerias, gravadoras, editoras e emissoras de TV. Isso tudo faz parte de um cenário cultural novo e inovador que põe em questão um sistema de produção e circulação do conhecimento que vai muito além do valor da propriedade intelectual. 
Pelo menos desde o modernismo, no início do século 20, as práticas de apropriação e reciclagem dialogam com a produção artística. Pensar na obra de artistas referenciais da arte pop, como Andy Warhol e Roy Lichtenstein, fora da esfera da cópia como fenômeno criativo é um exercício insano. Sampleagem e remix surgiram no mundo das fitas cassete e dos LPs, muito antes que alguém, fora dos laboratórios de ciência avançada, sonhasse com a internet. 
Então, o que há de tão diferente no que se faz hoje? O fato de que todas essas coisas podem ser feitas sem qualquer referência anterior. Tudo pode ser combinado com tudo e chegar ao seu desktop ou à palma da sua mão sem que seja necessário consultar as fontes. Basta seguir uma tag específica no Twitter, como, por exemplo, #NowPlaying. Você fica sabendo, via @fulano, que filtrou @beltrano que assina os feeds do blog X, que é alimentado pelo tumblr Y, que coleta informações em um serviço automatizado de publicação, que o DJ Z está bombando. 
O conteúdo espalha-se e vaza pelos nós da rede. E é aí que a coisa pega. Porque a qualquer momento alguém, diretamente do #SPFW, pode tuitar: um dos maiores stylists italianos! Michelangelo. Moda noite. #fashion. >3. http://youtu.be/NPkzQJo9ByE. Até explicar que Michelangelo designa o autor de uma das obras máximas da Renascença, o Davi, e que La Notte é uma das obras-primas do cineasta Antonioni, também Michelangelo e também italiano, mas não estilista, nem muito menos nascido no século 15... Porque agora, com todas as facilidades de transmissão de conteúdo que os meios digitais favorecem, as comportas do conhecimento estão abertas para que ele seja recriado, mas também reutilizado sem lastro e sem contextualização das informações. 
Os limites entre a sociedade do conhecimento e da imbecilidade são estreitos. Mas é simplista acreditar que conteúdo livre é prerrogativa da barbárie. Especialmente porque é ingenuidade pensar que os novos formatos autorais que emergem na internet são formatos do pode tudo. Como disse o poeta americano Charles Bernstein, a autoridade nunca é abolida, apenas se reposiciona. Em um sistema descentralizado, gera autoridades múltiplas e conflitantes, não sua ausência. 
O desafio hoje, portanto, não é pensar como controlar as informações que circulam na internet, mas como fomentar processos de criatividade distribuída que expandam o repertório cultural, pluralizando os focos de validação das informações.

19 de agosto de 2012

9 perfis no Twitter para seguir se você mora em BH

Hora de agir localmente e fazer uma listinha de perfis interessantes para seguir, principalmente se você mora em Belo Horizonte e região. São perfis que, de diferentes formas, abordam temas diretamente relacionados à vida em BH e ao cotidiano da capital.

Para uma lista geral dos perfis no Twitter que o Meio Desligado indica para seguir, leia o "32 perfis no Twitter para seguir em 2012".

Aproveite.

"Patrus criou os restaurantes populares sem dinheiro do governo federal. Grande coisa, comida de pobre é barata mesmo #piscapisca"
"A saúde tem 6 mil terceirizados e contratados! Márcio, o empreendedor, espertamente abriu só 600 vagas para servidores preguiçosos!"

"tem que dar valor às pequenas alegrias do dia, tipo o achocolatado Ibituruna de 1 litro. é tipo toddynho só que sem o coito interrompido."
"Tem coisa na vida que é igual San Marino do paraguai: nem dado vale a pena."

"30% Tilelê, 30% Hipster, 40% Estudante de direito e mora em Contagem-MG."
"Dormindo no ônibus, bateu a cabeça 7 vezes no vidro. Se levantou e os olhares pediam bis."

@GranfinosBH
Espaço de realização dos melhores shows de música autoral em BH atualmente.

@casafdeminas
Ativismo e cultura.

Notícias do cenário musical brasileiro e das atividades do programa de patrocínios culturais da Vivo.

@aortamobile
Notícias do meio tecnológico e de startups.

@familiaderua
Cultura urbana e hip hop.

Agenda cultural antenada e super atualizada.

13 de abril de 2012

Sympla: plataforma online para venda de ingressos

Parece promissor e o funcionamento é extremamente simples: em poucos minutos qualquer pessoa pode começar a vender, na internet, ingressos para seu show/evento através da Sympla. A empresa mineira foi lançada em Dezembro de 2011 e intermedia a relação entre produtores de eventos e o público. A grande sacada é oferecer o serviço a pequenos produtores que normalmente não teriam verba ou demanda suficiente para usar grandes serviços de venda de ingressos online. É a lógica da cauda longa com o "faça você mesmo" no mercado musical: em vez de vender milhares de ingressos para um número limitado de eventos, vender dezenas ou centenas de ingressos para os eventos que qualquer produtor quiser cadastrar, sem custo para esse usuário.


A empresa obtém lucro cobrando uma taxa de serviço de 10% do valor do ingresso, que pode ser adicionada ao valor de venda ou absorvida pelo produtor (ou seja, ele pode optar por não acrescentar os 10% da taxa no valor final para o público e deixar de receber essa porcentagem, que vai para a Sympla). Entre os fundadores da empresa estão ex-funcionários do BID - Banco Interamericano de Desenvolvimento, que se basearam em experiências semelhantes desenvolvidas no exterior.

A navegação na plataforma é intuitiva e o preenchimento do formulário com informações do evento é fácil, com opções de personalização sem necessidade alguma de conhecimentos em programação. Os ingressos são comprados com cartões de crédito (a inclusão do PayPal e/ou Pagseguro seria bem-vinda) e enviados em PDF para o email do comprador, sendo que os produtores podem optar por receber notificações a cada compra realizada. 

Um dos problemas que a Sympla pode enfrentar é a criação de falsos perfis de venda de ingressos, ou seja, pessoas não autorizadas criarem páginas de eventos com os quais não estão relacionadas para tentar enganar o público. Dificilmente o dinheiro das falsas vendas chegará ao falso produtor, já que o repasse do valor da venda é transferido no terceiro dia útil após a realização do evento, tempo suficiente para identificar alguma fraude. Mesmo assim, há o risco de alguma dor de cabeça para o consumidor como para os reais produtores do evento em questão.

Ps.: este não é um post patrocinado, mas eu adoraria receber da Sympla para divulgar o serviço. =D

9 de abril de 2012

Thesixtyone: um modo diferente de conhecer e divulgar novas bandas

"Novos artistas fazem a música e os ouvintes decidem o que é bom". Assim o site Thesixtyone se define logo na página de entrada. Criado em 2008, o site usa a "recomendação social" para destacar as músicas consideradas melhores por seus usuários: quanto mais votos positivos uma determinada música recebe, mais ela se destaca no site.

Bandas podem se cadastrar e enviar suas músicas, com a opção de liberá-las através de uma licença Creative Commons. Já os usuários podem navegar no acervo do site a partir de uma série de filtros como popularidade, data de inclusão ou o estado de espírito associado às músicas. 



A interface minimalista, focada em imagens das bandas, é um dos diferenciais do Thesixtyone. Pode-se usar o site como uma webrádio cuja curadoria é feita coletivamente ou observar as imagens de fundo de página enviadas por cada artista, enquanto informações sobre as bandas e suas trajetórias são exibidas.

Mesmo com diversas funcionalidades que estimulam a participação público (como tarefas diárias que, se cumpridas, premiam o usuário com pontos de reputação e ícones que registram a realização dessas tarefas) e se assemelham a características comuns das redes sociais, o Thesixtyone ainda tem um público pequeno que, segundo dados do Compete, registraram nos últimos meses picos de audiência de 40.000 visitantes únicos mensais. Apesar do limitado número de acessos, serve como uma forma diferenciada (e complementar) para divulgação de artistas independentes na internet e para se conhecer novas bandas.

Observação: há alguns anos, conheci a Band of Horses, que tocou na edição brasileira do festival Lollapalooza, através do Thesixtyone. Outra banda interessante que lembro de ter conhecido no site foi a We Were Promised Jetpacks.

6 de março de 2012

Como produzir músicas direto na web

O desenvolvimento tecnológico, tanto em termos de software (programas) como de hardware (equipamentos), tem ampliado as possibilidades de criação e experimentação artística, assim como contribuído na democratização ao acesso a ferramentas de produção. Softwares como Live (Ableton), Reason (Propellerhead) e FL Studio (antigo Fruity Loops, popular entre iniciantes) são usados por artistas de todo o mundo, dos mais variados gêneros e níveis de popularidade. 

Recentemente, uma série de aplicativos para smartphones e tablets tem levado a produção musical para dispositivos móveis e estimulado até mesmo bandas famosas, como o Gorillaz, a explorar diferentes meios de criação em mídias móveis. Junto a esse processo, destaca-se o uso da computação/navegação nas nuvens (cloud computing) para a produção musical, tornando desnecessária a instalação de softwares para se produzir música - as ferramentas estão disponíveis online, acessíveis a qualquer momento e a partir de diferentes dispositivos.



Nesse panorama, a  Audiotool  é uma das ferramentas mais incríveis disponíveis atualmente. Acessível gratuitamente no endereço audiotool.com e também como um aplicativo para o navegador Google Chrome, ela possui sintetizadores, sequenciadores, equalizadores e simula diversos pedais de efeitos, além de uma interface de edição. Os pedais criam efeitos como delay, phaser, reverb, flanger, entre outros, enquanto as drum machines simulam equipamentos vintage clássicos como a bateria eletrônica Roland TR-808 e o sequenciador Roland TR-909.

A interface da Audiotool lembra uma mesa onde os "equipamentos" estão dispostos e o usuário deve conectar os cabos de cada elemento utilizado para que funcionem. É uma prática necessária também no Reason e que além de simular a utilização "física" do equipamentos, permite maior personalização na conexão entre os módulos usados. Outro grande ponto positivo é poder usar controladores MIDI, da mesma forma realizada em softwares tradicionais.


As músicas criadas podem ser compartilhadas dentro da própria rede social da Audiotool e registradas em Creative Commons, o que estimula a criação de um enorme banco de áudio que pode ser sampleado e recriado. Para os iniciantes, existem diversos tutoriais que auxiliam na utilização da Audiotool e preparam você para muitas e muitas horas em frente ao computador.

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Quem se interessa pelo assunto também deveria visitar este post antigo do Meio Desligado.

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