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13 de março de 2012
Novos vídeoclipes: Marcia Castro, Mombojó e Pequena Morte
1 de setembro de 2011
Mombojó e Nina Becker: novos vídeos
21 de dezembro de 2010
Os melhores vídeoclipes sul-americanos de 2010?
Já escrevi muito sobre o Mombojó (PE) por aqui, inclusive sobre esse simpático vídeo de "Papapa".
Gepe - "Por la Ventana"
12 de julho de 2010
Novo vídeo do Mombojó: Papapa
- Queriam aparecer no clipe, já que no primeiro que eu fiz eles não aparecem,
- Queriam dançar uma coreografia,
- E queriam alguma coisa relacionada com seriados japoneses dos anos 90"
28 de junho de 2010
Mombojó, Planant e Bonaparte no novo Conector
- “Papapa” fecha o 3° CD do Mombojó, Amigo do Tempo, disponível para download grátis no site da banda recifense (radicada em São Paulo), www.mombojo.com.br
- Planant
é uma nova banda de Natal/RN. “Sing for the lousy morning”, música que
você escuta aqui, é parte de seu 1° EP, cujo link para download
gratuito está no MySpace da banda, www.myspace.com/planant
- Bonaparte é praticamente um coletivo musical com cerca de 20 membros de diferentes países que se alternam nos shows. O som mistura influências circenses, punk, electro e indie. www.bonaparte.cc
2 de dezembro de 2008
Os shows do Little Joy no Brasil, a noite paulistana, Renegado no Hutúz e nova música do Mombojó
Desde o mês passado rolam boatos de que a nova superbanda indie mezzo brasileira mezzo americana Little Joy estaria com planos de se apresentar pelo Brasil em janeiro de 2009 e agora os shows estão confirmados. Em entrevista à Folha de S. Paulo, Rodrigo Amarante confirmou que a banda vem ao Brasil em Janeiro, após se apresentarem na Europa.
Segundo tio Lúcio, os shows no Brasil serão de 23 a 31 de Janeiro, em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Salvador. O Rio de Janeiro receberá a banda no Circo Voador (provavelmente dentro do projeto "Verão no Circo") no dia 24, conforme revelou o Bloody Pop.
Nova noite de SP
Depois da minha breve temporada em SP (conto mais em breve, quando conseguir colocar as coisas em dia e tratar minha crise existencial,buá) achei uma boa me informar sobre os novos clubes da cidade através dessa matéria da Folha.
Renegado vence no Hutúz
Marcando cada vez mais presença no cenário hip hop nacional, o rapper e ativista Renegado consagrou-se como o grande vencedor do Hutúz 2008, sendo premiado nas categorias "Revelação do ano" e "Melhor site", além de também ter rendido uma indicação para Daniel Ganjaman na categoria "Produtor revelação" pelo trabalho realizado no álbum Do Oiapoque a Nova York.
Trabalho com o Renegado na Casulo e sou suspeito para comentar, mas o show do cara está altamente indicável. Quem duvida pode se informar por aí ou ouvir direto no site oficial. Minhas favoritas são "Mil grau", "Meu canto" e "Conexão Alto Vera Cruz / Havana" (com uma pegada que lembra muito Orishas).
Novas do Mombojó
Duas músicas novas do Mombojó, ao vivo no projeto "Sintonizando Recife", estão disponíveis para download no revigorado Som Barato (mais fodão do que nunca). Aproveite que junto tem China, Maquinado e 3namassa. "Muitó fóda", diriam os conterrâneos das bandas em questão...
19 de outubro de 2008
Imagens da cena indie brasileira
26 de julho de 2008
Mombojó: música nova, shows com China e H. Stern band, trilha sonora para skate e comércio de instrumentos
"Isso não é um promo". (E eu achava que era a única pessoa que andava de skate ao som de Mombojó...)
16 de maio de 2008
Inédita do Mombojó
Alguém aí disse "Los Hermanos"?
9 de março de 2008
Marcelo Campello abandona Mombojó
"Comunicamos ao público da Mombojó o desligamento do compositor e multiinstrumentista Marcelo Campello, que agora trilhará caminhos musicais próprios. Seremos sempre gratos por sua inestimável contribuição na formação da personalidade musical da banda e desejamos os maiores sucessos nesta nova fase de sua vida profissional. Valeu Campello!"
No ano passado Campello lançou seu primeiro álbum solo, Projeções e mais duas séries para violão de sete cordas.Ps.: Para quem não sabe (ou não percebeu), Marcelo Campello é o sujeito que aparece no cabeçalho do Meio Desligado, logo acima da palavra "meio". A estranha coincidência é que a foto da banda que utilizo desde o início como cabeçalho do blog - feita em um show da banda em Belo Horizonte, mostra o vocalista Felipe sem a cabeça e os outros dois membros que aparecem já não fazem mais parte da banda: Campello, porque acaba de sair; O Rafa, devido a sua morte no ano passado.
2 de março de 2007
membro do Mombojó lança álbum solo
Marcelo Campello, multi-instrumentista do Mombojó, acaba de lançar seu álbum solo, intitulado "Projeções e mais duas séries para violão de sete cordas". Algumas músicas estão disponíveis na Trama Virtual e também em sua página no MySpace, onde você também encontra o link para baixar o álbum completo (olhe na seção "sounds like").O álbum é dividido em três partes: "Projeções", formado por composições do período 2005-2006; "Soturnos", por composições de 2004; e "Sonhos", com canções escritas em 2002 e 2003.
Pode não agradar muito aos fãs de sua banda, já que em seu trabalho solo Campello fixa-se exclusivamente em seu violão de sete cordas, como o próprio nome bem diz. Não há vocais ou acompanhamentos, apenas o dedilhado calmo e triste de Marcelo ao longo de 35 músicas, a maioria com cerca de 2 minutos de duração.
Como era de se esperar de Campello, engajado com as questões do direito autoral na internet e de liberdade criativa, "Projeções e mais duas séries para violão de sete cordas" é licenciado através do Creative Commons e pode ser baixado e distribuído livremente, contanto que sem fins lucrativos.
O arquivo zip no qual o álbum está disponível vem acompanhado de toda a arte gráfica que compõe o encarte, para que cada pessoa monte seu cd em casa. Você pode fazer o download diretamente por aqui.
O cd também pode ser comprado em qualquer Livraria Cultura do Brasil e também pode ser encomendado através do email cndantas@livrariacultura.com.br.
25 de fevereiro de 2007
5 vídeos curiosos do Mombojó
Fã-vídeo para "Baú", filmado no metrô de São Paulo
Vídeo não-oficial para "Ela Voltou Diferente", de Odair José, na versão do Mombojó
Vídeo não-oficial para "Adelaide" feito com trechos de A Fraternidade É Vermelha (Rouge), de Krzysztof Kieslowski
Mombojó e Eddie tocando "Pode Me Chamar" (canção do Eddie)
24 de fevereiro de 2007
a trajetória do Mombojó em Belo Horizonte
Episódio 1: 05-08-2004
Em 5 de agosto de 2004 o Mombojó se apresentou
Aquele show foi mais do que especial, já que, além de ser o primeiro deles na capital mineira, também contava com a participação do coletivo Re:Combo, representado pelo Esquadrão Atari, que fazia colagens sonoras ao vivo sobre as canções da banda (sem nenhum ensaio).
Sim, da platéia ecoaram alguns (poucos) gritos de "Los Hermanos!" e nas conversas era fácil ouvir algum "a voz dele é idêntica à do Fred 04", porém o mais interessante era observar como aquela nova mistura de rock alternativo, mpb, samba, bossa, mangue e eletrônica, soava tão fresca e cativante.
Sete jovens pernambucanos, juntando em cima do palco uma variedade de instrumentos (guitarra, baixo, mini-bateria, cavaquinho, teclado, trompete, escaleta, violão, flauta) à favor da experimentação e prazer do ouvinte.
Do início, com um tema instrumental com Marcelo Campello na guitarra, seguido de "discurso burocrático / a missa", passando pela cover de Ronnie Von à "faaca" e "deixe-se acreditar", ficava claro que ali estava um grupo singular.
Episódio 2: 27.05.06
Dois anos após sua primeira incursão pela capital mineira, a banda voltou para divulgar seu segundo álbum, Homem-Espuma, lançado pela gravadora Trama. Os boatos sobre o show começaram na internet e a comoção dos fãs foi tal, que o tópico desta apresentação é o mais comentado na comunidade do Mombojó no Orkut, com mais de 480 mensagens. Como era de se esperar, o espaço do Teatro da Biblioteca da Praça da Liberdade não foi suficiente para abrigar os fãs. Os ingressos se esgotaram rapidamente e um segundo show teve de ser marcado para a noite.
Como minha fofa namorada trabalha na Biblioteca e havia descolado ingressos de graça para a primeira apresentação, foi sem pesar que desembolsei mais alguns reais para ver a banda novamente.
No primeiro show, todas as cadeiras lotadas, pessoas sentadas nos corredores e clima de excitação geral. Afinal, para a grande maioria, aquela era a primeira vez junto à banda.
A maior surpresa era perceber como as canções de Homem-Espuma ganham vida ao vivo, mais encorpadas e "pesadas". E também, reparar que Vicente Machado deu um upgrade em sua bateria antes raquítica e nas novas estripulias eletrônicas de Chiquinho, à vontade com seu novo laptop e teclados.
"Nem Parece", na Biblioteca
Se já estava bom, melhorou ainda mais quando o vocalista Felipe S. disse para as pessoas não se acanharem, levantarem-se e dançar. Se terminasse aí, já estaria ótimo. Mas ainda tinha um show bônus.
Episódio 3: 27.05.06
Depois da difícil tarefa de tirar as pessoas que viram o show anterior de dentro do teatro (eles queriam mais, mais!), iniciou-se a segunda apresentação da noite. Os corredores já não estavam ocupados por pessoas de pé ou sentadas no chão e até mesmo alguns assentos estavam desocupados na parte inferior do Teatro, mas havia um bom público.
Como era de se esperar, foi um show mesmo animado que o primeiro, tanto por parte do público quanto da banda, mas ainda assim muito bom. Com três ou quatro canções diferentes das apresentadas no show anterior, sendo que a maior diferença foi "a missa", que fechou o segundo show e não havia sido tocada no anterior.
Episódio 4: 22.10.06
Primeiro, a história do ingresso. Fui informado de que na comunidade da Obra, no Orkut, alguém da (péssima) banda Caipirinhas distribuiria 50 cortesias para o domingo na Conexão Telemig Celular, dia em que se apresentariam tanto o Capirinhas como também o Mombojó. Bastava escrever seu nome em determinado tópico e buscar seu ingresso na Obra, a partir da quinta. Assim, sem sorteio, se você fosse um dos 50 primeiros a escrever, ganhava.
Nesta hora meus perfis falsos no Orkut foram de extremo valor.
Acontece que divulgaram um horário errado para buscarmos os ingressos na Obra. Saí do escritório do Cinema em Cena, onde trabalho, encontrei a bêbada mais charmosa que conheço, e, passado um tempo, fomos para a Obra. E tive que esperar por umas duas horas até que a responsável pelos ingressos finalmente chegasse.
Moral da história?
1. mesmo já tendo visto o Mombojó por três vezes, passei por tudo isto para vê-los mais uma vez, porque é muito bom.
2. até mesmo as bandas muito ruins podem servir para alguma coisa (nem que seja apenas para descolar ingresso para o show de outra banda)
E quanto ao show? Cinco meses após os shows anteriores na cidade, grandes mudanças não são esperadas. E não ocorreram. Mas, se você conhece bem o Mombojó, sabe que isso passa longe de ser ruim.
Mesmo sendo noite de domingo, a tenda da Conexão ficou cheia. Começaram com "discurso burocrático / a missa", ao contrário dos shows no teatro. Fez lembrar da primeira vez da banda em BH, tanto pelo início como pelo ambiente. O baixista Samuel agora também arrumou para si um teclado, com o qual faz pequenas intervenções (entenda-se como "ruídos esquisitos") em algumas das músicas. Não tocaram "o céu, o sol, o mar" e, mesmo com os pedidos dos fãs, também não tocaram "cabidela". Para variar, nenhum bis. Mas que já havia sido apresentado era suficiente para espalhar sorrisos pela madrugada.
É engraçado reparar que, junto da "fama", vem os fãs idiotas e menininhas histéricas gritando em frente ao palco. Pessoas que necessitam de ícones fugazes a serem idolatrados, não basta a música. E, para piorar, prendem suas atenções e adoração ao vocalista. Em uma banda como o Mombojó, mais do que na grande maioria das outras, não há um sujeito que se sobressaia. O cunjunto, o "todo", é fundamental para a obra do grupo. Entende? Grupo. Mas tente falar isto com a menina debruçada na barra de proteção...
Mais fotos de shows do Mombojó você vê no meu Flickr. [todas as fotos acima, de minha autoria, exceto a terceira, "felipe esverdeado", feita por João Perdigão]