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22 de setembro de 2012

Pós-rádio #2


Abayomy Afrobeat Orquestra: "Afrodisíaco"
Thiago Elniño: "Salve"
Gurila Mangani: "Sente o feeling"
Black Alien: "Babylon by Gus"
John Frusciante: "Guitar"
Jaga Jazzist: "Lithuania"
El Ten Eleven: "Thanks Bill"
Iconili: "O rei de Tupanga"

Arte: Deedee Cheriel.

20 de setembro de 2012

Pós-rádio #1


Alcova Libertina: "O carnaval não tem fim"
Dead Lovers Twisted Heart: "Apocalipse do amor"
Macaco Bong: "Summer seeds"
Leonardo Marques: "Não vai amor"
Red Fang: "Hank is dead"
Death Grips: "I've seen footage"
Zemaria: "Instant lover"
Paul Banks: "The base"

10 de outubro de 2011

Oi Novo Som mapeia música independente do nordeste


Para escolher novos artistas que participarão de seu programa de webtv o Oi Novo Som teve uma grande ideia: garimpar pelas bandas registradas em seu site e criar um mapa com os artistas mais representativos em cada região do país. O Mapa Oi Novo Som, resultado dessa iniciativa, começa pela região do nordeste brasileiro e utiliza o formato de podcast para apresentar ao público breves entrevistas com jornalistas e agitadores culturais da região e músicas dos 10 artistas nordestinos escolhidos pela equipe do ONS: Nuda, Burro Morto, Baiana System, DuSouto, Pirigulino Babilake, O Sonso, Silvério Pessoa, Human Cycle, Fóssil e Eletrocactus. Destas, a banda que receber mais "curtidas" pelo público (através da integração com o Facebook) terá seu espaço garantido no programa Estúdio Oi Novo Som em 2012.

Os mapas das outras regiões do Brasil ainda não estão no ar e no site não é divulgada a data de publicação dos novos podcasts. Para a publicação dos arquivos de áudio o ONS usa o Podomatic, antigo serviço de criação de podcasts que durante anos ficou defasado em relação a concorrentes mais próximos, como o Soundcloud. Aparentemente, o serviço evoluiu, mas continua com deficiências como a interface pobre e poucas opções de interação com o conteúdo (a possibilidade de se comentar em trechos específicos do áúdio disponível no Soundcloud, por exemplo, faz muita falta).


A apresentação das músicas também poderia ser diferente. Seria muito mais prático poder ouvir cada uma delas individualmente, ou, no caso de se manter o formato podcast, colocar as mini-biografias de cada banda na ordem em que são executadas no áudio. Do jeito atual, fica difícil e complicado se situar em relação a qual banda está tocando em cada momento. Fica a dica para as próximas edições.

2 de fevereiro de 2011

Referências em webradio e podcast

Fiz essa lista para apresentar pra equipe do Conector, acho que pode ser útil para quem se interessa por música e o que está acontecendo em termos de webrádio e podcasts relacionados à música alternativa no Brasil.


Radioca
"Radioca é um programa de rádio semanal focado na nova música brasileira, aquela fora da grande mídia, que vive a margem de rádios e tvs, que em sua grande parte é taxada e sobrevive como independente. A nova música brasileira de fato, sem fronteiras, preconceitos, movimentos e bastante criativa. O programa se propõe a mostrar essa nova geração da nossa música em suas várias vertentes, rock, jazz, samba, frevo, eletrônica etc, com foco em seus artistas e em toda sua cadeia produtiva, com discussão sobre o mercado e seus rumos. O programa, idealizado, produzido e apresentado por Luciano Matos, Beto Barreto e Ronei Jorge, traz lançamentos de CDs, quadros especiais, entrevistas, reportagens, informações e claro, muita música."
Coquetel Molotov
"Semanalmente uma dúzia de informações musicais com novidades do meio independente nacional e internacional com bandas dos mais diversos estilos. Novidades, raridades, notícias e lançamentos."
(todas as edições estão disponíveis online)
"Gente que tem o que dizer, num ambiente descontraído. Entrevistas e jornalismo misturando seriedade e bom humor.
Desde 1984 o TRIP FM leva o ambiente da revista Trip para o rádio brasileiro. Hoje são 480 cidades espalhadas pelo Brasil, incluindo as principais capitais.
Apresentado pelo editor das revistas Trip e Tpm, Paulo Lima, e com participação do repórter excepcional Arthur Veríssimo, o programa ganhou em 2005 o prêmio de Melhor Programa de Variedades do Rádio pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA). Além de músicas e notícias, o Trip FM sempre recebe convidados especiais, e que atuam em diversas áreas, para entrevistas: de Felipe Massa a Amyr Klink, passando por Walter Salles, Fernando Meirelles, Emerson Fittipaldi, Angélica, Luiz Melodia, Elza Soares, Maite Proença, Malu Mader, Rickson Gracie, Sócrates, Miéle, entre muitos outros."
Mixtapes feitas pelo jornalista Alexandre Matias, editor do caderno Link, do Estado de S.Paulo.
"Seleções que contemplam a diversidade e a qualidade da música independente nacional."
"O Natura Musical leva para o rádio a inspiração dos artistas na criação de suas canções. Apresentado por Patrícia Palumbo, conversas que revelam a essência e novas formas de ouvir cada música."
Rádio Levi´s
Podcasts feitos por blogs culturais brasileiros.
A rádio online da MTV.

18 de janeiro de 2011

Dois novos programas no Conector Meio Desligado

Heitor, da Banda Gentileza
Publiquei duas novas edições do podcast Conector Meio Desligado: uma sobre o 2° Fórum da Cultura Digital e outro sobre a Feira Música Brasil, Festival Calango 2010 e entrevista com o Heitor da Banda Gentileza no blog do Conector.

Aqui está uma delas. Pra acessar os materiais completos, contextualizados e tal, acesse o Conector.

Conector Meio Desligado: festival Calango 2010, Feira Música Brasil e entrevista com a Banda Gentileza
 

E esse é um vídeo sobre o EITA, porra!, projeto sobre o qual entrevistei o artista multimídia Jeraman no Fórum da Cultura Digital.

9 de janeiro de 2011

Brigas, citações do existencialismo popular e o conceito do Churrasco!


Já comentei brevemente sobre o Churrasco!, projeto (além de) musical que montei com o Amplis. Acontece que apenas recentemente me dei conta de que (parte de) um dos momentos mais engraçados pelos quais passei em 2010 estava registrado e eu não havia publicado aqui.

Foi uma entrevista após o segundo (e até o momento, último) show do Churrasco!, no Matriz, em BH, que demos para o Luiz (do Festenkois), que estava transmitindo o áudio dos shows pela internet.

Se eu contar tudo da entrevista perde a graça. Aperte play e escute, são só alguns poucos minutos.

Ps.: essa noite (sexta-feira da Paixão) também rendeu um vídeo.

8 de janeiro de 2011

Conector Meio Desligado com A Banda de Joseph Tourton


Em algum momento do segundo semestre de 2010 A Banda de Joseph Tourton, de Recife (PE), tocou em Sabará (MG), na sede do coletivo Fórceps, e fizemos essa entrevista enquanto eu apresentava parte do centro histórico a dois membros da banda (Diogo e Rafael). Na entrevista eles explicam a origem do estranho nome da banda, comentam as origens da banda e alguns dos planos para 2011, entre outros assuntos.

O arquivo de áudio com a entrevista está na íntegra, sem edições, e não há locução: o que você vai ouvir é a conversa exatamente como aconteceu. O papo foi gravado no meu próprio celular.
Abaixo, as músicas da Joseph Tourton que o baixista da banda, Rafael Laga, escolheu para apresentar aos ouvintes do Conector. Quem curtir o som pode fazer o download do CD de estreia da banda no site oficial deles.

25 de novembro de 2010

Podcast: Muito além do rádio convencional

Por Alexandre Potascheff, editor do Trip FM

A criação do rádio e a realização de transmissões radiofônicas revolucionaram a comunicação no início do século 20 e, durante muitos anos, o rádio foi um dos principais meios de informação e diversão da sociedade. Hoje, com a criação e popularização da internet, existe um questionamento sobre o futuro do rádio e da televisão. A meu ver, assim como o rádio sobreviveu à disseminação da televisão, ambos têm tudo para continuar atuando como importantes ferramentas de comunicação. Mais do que isso, a internet pode e deve funcionar no sentido de promover e ajudar a construir a programação da rádio.

Se antes a abrangência de uma rádio se limitava ao poder de transmissão de sua antena, ao alcance de suas ondas de rádio, hoje ele pode ser “sintonizado” em qualquer local do mundo, desde que sua transmissão aconteça, também, via internet.

Se antes os ouvintes tinham que passar horas pendurados ao telefone para pedir sua música favorita, mandar perguntas a seu ídolo, ou mesmo participar de promoções (algo freqüente no universo do rádio), hoje eles podem usufruir da internet para facilitar esse contato. E as rádios devem aproveitar essa facilidade para criar mais canais e aprofundar a comunicação com seu público, que deve participar e colaborar ativamente na construção do conteúdo.

A internet é uma excelente ferramenta de comunicação. Ela aproxima pessoas que compartilham interesses, ideias e paixões e abre um importante canal de conversa tanto entre essas pessoas quanto entre estas e as empresas. Cabe às últimas aproveitar essa via e estimular a colaboração de seus consumidores para aprimorar seus produtos e serviços. Em relação ao rádio, seja ele convencional ou on-line, não é diferente e a equação é simples. Quanto mais a rádio promove a participação do público, mais esse colabora com seu conteúdo e mais adequado ele fica à sua audiência. Se antes era necessário fazer pesquisas de opinião pública, hoje ela está aí, à disposição de quem quiser acessá-la.

Vale citar aqui um importante segmento que nasce do casamento entre rádio e internet, que são os podcasts e rádios on-line. Se antes, para ter uma rádio, era necessário uma concessão pública, hoje você pode criar com muito mais facilidade uma rádio virtual, on-line, e produzir seu próprio conteúdo¹. E esse é um mercado que cresce rapidamente. Hoje muitas marcas criam em seus sites canais de áudio, com programação similar às rádios convencionais, mas que englobam notícias sobre a empresa, promoção de seus produtos e programação musical alinhada à imagem da marca. Esses canais podem funcionar como uma rádio convencional, com o conteúdo sendo transmitido via streaming, através do qual o internauta acessa a rádio on-line e escuta seu conteúdo à medida que ele é transmitido, ou no sistema de podcast, com o conteúdo sendo disponibilizado para download e atrelado a um feed RSS. Assim, rádios e profissionais deste meio devem olhar a internet não como uma inimiga, não como uma ameaça, mas como uma aliada. Aliada que pode auxiliá-los a levar sua programação mais longe, a torná-la mais adequada ao seu público e a expandir sua atuação para além da transmissão radiofônica.

Os aparelhos podem mudar. A tecnologia de transmissão de dados pode ser outra. Mas o formato do conteúdo vai perdurar. Modificado pela colaboração do seu público, mas com a mesma essência que encanta os ouvintes há mais de cem anos.

¹ Embora a questão dos direitos autorais na internet ainda seja complicada e engatinhe, não esqueça de ficar atento!

24 de novembro de 2010

Conector Meio Desligado: Entrevista com Daniel Vasques, do Canastra e Brasov

Entrevista com Daniel Vasques, saxofonista do Canastra e do Brasov, feita durante o festival 53HC 2010, em Belo Horizonte. Daniel comenta a cena musical carioca, o estágio de produção do novo CD do Canastra (intitulado Confie em mim, produzido por Charles Gavin, ex-baterista do Titãs e gravado no famoso estúdio Toca do Bandido) e outros assuntos.

Áudio gravado em um celular Nokia N95 e editado no software livre Audacity.

Músicas:
Brasov - "Gonzalito airlines" e "Melô do sacudo"
Canastra - "Sorria" e "Chega de falsas promessas"
- trilha de fundo: The Bamboos - "The Bamboos theme"

Apresentação e edição: Marcelo Santiago
Duração: 19'20"



Outros podcasts sobre a cena cultural alternativa você acessa no Conector.

27 de outubro de 2010

Conector reestruturado: nova fase na divisão sonora do coletivo Fórceps


Nas últimas semanas estive focado na reestruturação do Conector, núcleo sonoro do coletivo Fórceps, sobre o qual já escrevi por aqui. Há alguns dias está em funcionamento o novo blog do projeto, no qual é reunida toda a sua produção, que inclui podcasts, entrevistas e transmissões de shows, entre outros.

Estamos animados com a nova versão, que marca mudanças tanto de visualização e acesso ao conteúdo como de produção e estrutura, inclusive da Webrádio Fora do Eixo, que agora conta com dois integrantes do Fórceps na sua direção (Paula Bainha na coordenação executiva e João Rafael na coordenação de produção).

A pesquisa que fiz para o Conector (que agora também tem perfil no Twitter) deve render um artigo sobre transmissão de áudio na internet que em algumas semanas será publicado no Meio Desligado. Até lá, sugiro a navegação pelo blog do Conector e a audição de seus dois programas permanentes, o Telefone sem fio e Conector entrevista.

Telefone sem fio #12

28 de junho de 2010

Mombojó, Planant e Bonaparte no novo Conector

Fiz uma nova edição do podcast do coletivo Fórceps, o Conector:


15 minutos, 3 bandas, 3 músicas. Nesta edição do Conector você escuta novas músicas do Mombojó (“Papapa”), Planant (“Sing for the lousy morning”) e Bonaparte (“Fly a plane into me”).
  • “Papapa” fecha o 3° CD do Mombojó, Amigo do Tempo, disponível para download grátis no site da banda recifense (radicada em São Paulo), www.mombojo.com.br 
  • Planant é uma nova banda de Natal/RN. “Sing for the lousy morning”, música que você escuta aqui, é parte de seu 1° EP, cujo link para download gratuito está no MySpace da banda, www.myspace.com/planant
  • Bonaparte é praticamente um coletivo musical com cerca de 20 membros de diferentes países que se alternam nos shows. O som mistura influências circenses, punk, electro e indie. www.bonaparte.cc

Esta edição foi montada no Vegas 7 e a locução foi gravada em um celular Nokia N95. As músicas ao fundo da locução são “Computer in love”, do Bonaparte, e “Antimonotonia”, do Mombojó.

15 de março de 2010

Conector

Uma das frentes de ação dos coletivos de produção cultural independente (como aqueles que integram a rede Fora do Eixo) é a produção de conteúdo. São blogs, webtvs e podcasts que registram as mais variadas manifestações relacionadas à música independente brasileira na atualidade. Para que toda essa produção permaneça acessível e atinja o público, organização é crucial. Pensando nisso, o coletivo Fórceps (do qual faço parte) criou o Conector, sua divisão de produção de conteúdo sonoro.


Trata-se de uma sub-divisão interna no próprio coletivo, definindo funções entre os integrantes de forma a potencializar o rendimento do trabalho, e também uma estratégia de organização de conteúdo. Toda a produção jornalística em áudio produzida pelo Fórceps agora está sob essa chancela: entrevistas, programas com seleção de músicas, gravações de trechos de shows, transmissões de eventos e qualquer outra ação cujo resultado seja um material sonoro de cunho informativo (nessa categoria entram também vinhetas e spots que produzirmos).

O foco é a cena musical independente brasileira, mas, dessa vez, resolvemos ampliar: artistas independentes de outros países, contanto que não sejam britânicos ou da América do Norte, também têm espaço. Na realidade, o objetivo é dar mais espaço principalmente à música sulamericana, buscando maior integração no continente, e dar visibilidade à bandas alternativas de países com pouca tradição no gênero, como os países africanos, asiáticos e até mesmo de alguns países europeus. É uma tentativa de registrar essa produção e aproximar diferentes artistas.

Sobre o formato das produções do Conector, a primeira resolução interna foi de que ele deveria ser indefinido, transitório, mutante. A unidade é temática, as diferenças no formato não significam perda de identidade. Além de informar, o que justifica a produção do conteúdo é justamente a experimentação de formatos e de linguagem. Por isso, adotar um padrão seria ir contra nossa própria proposta.

Particularmente, acredito que nossa contribuição possa ser mais interessante se direcionada à exploração de linguagem, formatos e de discussão do processo de construção do material do que a produção de conteúdo (mesmo que relevante). Sendo assim, junto ao material sonoro estarão informações sobre o processo de produção, formatos escolhidos, entre outras coisas. Pode ser que nem sempre você encontre tudo isso, mas é uma tentativa.

Nesse primeiro momento do Conector escolhi utilizar o Virb como plataforma de publicação. O serviço é uma espécie de MySpace muito mais avançado e que permite diferentes funções de acordo com seu interesse - existem opções para bandas, cineastas, fotógrafos, blogueiros, selos, etc. Entre as funções mais úteis (e que se caracterizam como diferenciais do Virb) estão a utilização de códigos para incorporar os players de áudio com as músicas hospedadas no site e a possibilidade de utilizar domínios personalizados nos perfis criados no site (em vez de se restringir aos endereços virb.com/xxxx você pode dar seu próprio endereço para seu perfil no Virb, como o conector.forceps.com.br).

Aqueles que estiverem familiarizados com CSS podem personalizar ainda mais os perfis no Virb. Aos pobres mortais sem conhecimentos técnicos o Virb reserva uma interface bastante intuitiva para escolha de cores e definição de layout. Ao longo de pouco mais de dois meses de utilização ativa do serviço percebi vários pontos fracos, no entanto, trata-se da plataforma mais funcional e abrangente com a qual tive contato nos últimos tempos, representando para as redes sociais focadas na produção de conteúdo o mesmo que o Tumblr representa para as ferramentas de publicação de blogs.

27 de janeiro de 2010

Conector


Mais aqui.

Depois atualizo e explico direito.

29 de julho de 2007

rádio Meio Desligado #01



Ao invés de fazer um podcast com locução tosca e empurrar uma ordem pré-estabelecida sobre vocês, preferimos começar a fazer listas mensais com algumas indicações de músicas. Na realidade, os podcasts são mais moda do que realmente "uma revolução".

Sendo assim, não se prenda a ordem estabelecida pelo imeem (serviço utilizado para hospedar as músicas). Ouça na sequência que desejar, escolha pelas músicas com os melhores nomes, as bandas que você sempe ouviu falar mas nunca ouviu, procure novidades ou simplesmente deixe tudo rolando.

Nesta primeira edição você confere faixas dos novos álbuns do Superguidis, Bonde do Rolê, Vamoz! e Canastra, além de uma música do primeiro (e esperado) álbum solo do China e músicas nem tão recentes da Zefirina Bomba, Supercordas e Café Colômbia (que nem tem disco ainda).

Atualização: como vocês devem ter percebido, algumas músicas não são tocadas na íntegra. Isso acontece, segundo o imeem, porque as gravadoras destes artistas não permitem.

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