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3 de dezembro de 2018

12 vídeos

Baleia, "Eu estou aqui"



Maria Beraldo, "Cavala"



Tim Bernardes, "Recomeçar" e "Tanto faz"



Tuyo, "Amadurece e apodrece"



Criolo, "Boca de lobo"



Djonga, "A música da mãe"



Baco Exu do Blues, "Bluesman"



Marrakesh, "Moonhealing"



Tagore, "Mar alado"



Apeles, "Rio do tempo" e "Demônio bom"

31 de maio de 2016

Novos vídeos do Baleia e Pequeno Céu ao vivo

Atrações do Música Quente de abril, a carioca Baleia fez o primeiro show da turnê de seu segundo disco na ocasião, enquanto o Pequeno Céu mostrou uma prévia do que vem por aí em seu segundo álbum, Praia Vermelha, previsto para o segundo semestre.

Assista às performances de "Motim", do Baleia, e "Paquistã/Urtiga", do Pequeno Céu. Mais informações sobre os shows do Música Quente no musica.quente.org.br.
 

30 de março de 2016

Destaque da nova geração carioca, Baleia lança segundo disco em BH

Show marca estreia de nova turnê da banda e será realizado n'A Autêntica no dia 8 de abril, sexta. Abertura será da banda instrumental Pequeno Céu


Considerada uma das principais bandas da cena carioca atualmente (e uma das favoritas aqui do blog), a Baleia retorna a BH para lançar seu disco Atlas na programação do Música Quente, projeto focado em shows inéditos em BH que faço pela Quente. Este será o lançamento oficial do disco, o primeiro show do sexteto carioca após o lançamento digital do álbum. Produzido pela banda em parceria com Bruno Giorgi (filho de Lenine), Atlas apresenta um pop idiossincrático que é tanto uma quebra como uma evolução do trabalho anterior, o elogiado Quebra Azul, de 2013. Assim como no disco de estreia, Atlas também tem 8 canções que traduzem, cada uma à sua maneira, o universo pop e um tanto experimental que a banda habita. Segundo o próprio grupo, o novo álbum conversa com o lado mais enérgico e intenso do primeiro disco, já que apresenta uma sonoridade mais robusta e percussiva – muitas vezes usando o rock como diretriz na hora de colocar as ideias em prática.



O show de abertura será da banda instrumental Pequeno Céu. Iniciada em 2009 como uma one-man band, o projeto se expandiu e tomou forma como banda em 2011. No fim de 2014 lançaram o primeiro álbum, Sargaço, e atualmente estão em fase de pré-produção do segundo disco. Musicalmente, é uma mistura entre a música popular brasileira e o math-rock. Uma obra livre que ganha corpo através da transfiguração do post-rock com afrobeat, jazz e de referências ao samba e ao universo da MPB.


Antes e depois dos shows eu e o Nest (meu sócio na Quente e um dos principais DJs de BH) cuidamos do som.

 Mais informações no evento no Facebook. Também rola de comprar o ingresso abaixo.

29 de fevereiro de 2016

Baleia, Câmera e outros vídeos ao vivo no Sonâncias 2015



Realizado entre 27 e 30 de outubro de 2015, o Sonâncias foi uma mistura de festival, seminário e rodada de negócios realizado pela Quente em BH. Todos os quatro debates realizados estão disponíveis na íntegra no YouTube e uma música de cada banda também foi registrada. Alguns desses vídeos você assiste abaixo (do Baleia, Câmera, Pequeno Céu, Reallejo e Douglas Din).



DEBATES 

Música e política:
– Pena Schmidt (SP): Diretor do Centro Cultural São Paulo; também foi superintendente do Auditório Ibirapuera/SP, presidente da Associação Brasileira de Música Independente e diretor da gravadora Warner.
– Murilo Pereira (BH): Chefe do Departamento de Fomento e Incentivo à Cultura da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.
– Felipe Amado (BH): Superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria de Cultura de Minas Gerais.
– Carlos Paiva (BSB): Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
– Leonardo Beltrão (BH): Coordenador de projetos e programação do Sesc Palladium. Foi gerente de projetos do museu Inhotim e diretor de projetos do Instituto Cultural Sérgio Magnani.
– Mediador _ Gabriel Murilo (BH): Mestre em Música e Cultura pela UFMG e sócio da Embaixada Cultural. Foi um dos coordenadores do programa Música Minas e baixista do Macaco Bong.
  Música e palcos:
– Mancha (SP): Proprietário do espaço Casa do Mancha, principal palco da cena indie paulistana.
– Gutie (PE): Jornalista e produtor cultural, diretor do festival pernambucano Rec-Beat, realizado durante o carnaval do Recife.
– Bruno Golgher (BH): Idealizador e curador do Savassi Jazz Festival e proprietário do Café com Letras.
– Victor Diniz (BH): Sócio da produtora Híbrido, responsável pelo festival S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L., dentre outros. Também é sócio-proprietário do Baixo Centro Cultural.
– Mediador _ Leo Moraes: Músico e sócio-proprietário da casa de shows A Autêntica e do Estúdio Pato Multimídia.
  Música e mídia:
– Alexandre Matias (SP): Editor do Trabalho Sujo. Foi editor do caderno Link do jornal O Estado de S. Paulo, diretor de redação da revista Galileu, e editor-chefe do projeto Trama Universitário.
– Fabiana Batistela (SP): Fundadora da Inker Agência Cultural e diretora geral da Semana Internacional da Música de São Paulo. Jornalista, foi repórter da revista Bizz.
– Guilherme Guedes (RJ): Jornalista, apresentador do Multishow, Canal Bis e parte da equipe do site Tenho Mais Discos que Amigos.
– Paulo Proença (SP/BH): Jornalista, cofundador e o gestor de conteúdo do site de entrevistas Motif. Também é editor de conteúdo web na Rádio Inconfidência.
– Mediador _ Daniel Barbosa (BH): Jornalista do caderno de cultura do jornal O Tempo. Curador de projetos como Natura Musical, Música Minas, Vozes do Morro e Música Independente.
  Música e mercado:
– Coy Freitas (SP): Diretor artístico da plataforma Skol Music, que reúne artistas como Karol Conká e Boogarins.
– Fernanda Bas (RJ): Coordenadora de marketing digital na Som Livre / Slap.
– Fernando Dotta (SP): músico e sócio do selo Balaclava Records (SP)
– Yannick Falisse (Bélgica) e Leonardo Marques (BH): Músicos e proprietários do selo belga/belorizontino La Femme Qui Roule.
– Marcos Boffa (BH/SP): Curador dos festivais Planeta Terra e Sónar SP, diretor artístico da casa de shows Audio Club. Um dos criadores da Motor Music e do festival Eletronika.
– Mediador _ Rômulo Avelar: Administrador e gestor cultural. Consultor de grupos e entidades como o Grupo Galpão e a Casa do Beco. Autor do livro “O Avesso da Cena: Notas sobre Produção e Gestão Cultural”.

22 de fevereiro de 2016

Rio 2016: Baleia

Na primeira vez que ouvi Baleia me veio à mente o termo "pop rock barroco". Uma música rebuscada porém acessível, que chama atenção logo de cara mas carrega certo mistério a ser descoberto. As descrições afoitas podem classificá-los como filhos do Los Hermanos, mas os barbudos cariocas se encaixariam melhor se os pensarmos como aqueles companheiros de escola mais velhos com os quais convivemos mas pertecem, cada a um, a turmas distintas.

Vê-los ao vivo é como acompanhar a transformação de um mogwai: assim como as criaturas que se transformavam em gremlins se alimentadas após a meia-noite ou molhadas, no palco a fofura e a suavidade da Baleia se dissipam em meio ao peso e à presença encorpada da banda. Não por acaso, após o lançamento do álbum de estreia em 2013 (Quebra Azul), o segundo lançamento da banda foi o EP Ao Vivo na Maravilha8 (de 2015) que registra parte dessa potência do show. Naquela técnica preguiçosa, porém eficaz, de se buscar referências, seria algo como um encontro entre Blonde Redhead, Los Hermanos e Dirty Projectors.



A banda se destacou na internet em 2011 com um cover de Justin Timberlake e, depois, por ter entre seus integrantes Maria Luiza Jobim. Se, na época, corria o risco de ser marcada como "a banda da filha do Tom Jobim", após a saída de Maria Luiza o aspecto coletivo se difundiu como uma das marcas da banda: as composições são assinadas coletivamente, os integrantes se revezam nas entrevistas e, a julgar pelas falas e pela diversidade sonora esultante, parece ser algo sincero e orgânico. Os arranjos, parte de destaque na Baleia, se beneficiam dessa coletividade e da musicalidade dos integrantes - metade deles toca mais de um instrumento na banda (o vocalista/violonista GabrielVaz, por exemplo, era o baterista da banda no vídeo com o cover do Timberlake).

A experimental "Volta", lançada no segundo semestre de 2015, sugere os caminhos do novo disco (já descrito pela banda como "mais 'Breu' e menos 'Casa'"). Ou seja, mais enérgico e intenso, menos pop. Gravado durante um retiro na Serra das Araras, no Rio de Janeiro, e produzido novamente por Bruno Giorgi em parceria com a banda, o disco será lançado ainda no primeiro semestre de 2016 e até o momento tem dois singles lançados (os vídeos que acompanham este texto, das faixas "Volta" e "Estrangeiro").

11 de janeiro de 2016

Melhores clipes brasileiros de 2015

Ou, na versão sincera do título: Os melhores clipes brasileiros de 2015 que meus amigos indicaram.

Se por um lado 2015 foi o ano que me apresentou mais música interessante feita em partes menos óbvias do mundo (tipo Japão, Nigéria, Zâmbia) por outro boiei um pouco em relação aos vídeos nacionais em 2015, vi pouca coisa. A TV Meio Desligad@ foi pouco atualizada também. Então, pra fazer essa lista, pedi sugestões nas redes sociais e filtrei o que recebi. O resultado está abaixo.

Essa é uma lista em constante atualização, quem tiver sugestões, deixe nos comentários, por favor. Essa primeira versão tem a ótima animação para a faixa do Rafael Castro sobre ciúmes nos relacionamentos modernos; Inquérito, Emicida e Rashid abordando o preconceito racial; e outras produções audiovisuais que marcam um recorte do que foi produzido no Brasil em 2015.


Rafael Castro, "Ciúme"
Direção de Daniel Bruson

Serge Erege, "Rhythmn of the day"
Direção de Rudá Cabral

André Whoong, "Vou parar de beber"
Direção de Deco Farkas

Inquérito, "Eu só peço a Deus"
Direção de Levi Vatavuk

Emicida, "Boa esperança"
Direção de Kátia Lund e João Wainer

Mc Mayara, "Ai como eu to bandida dois"
Direção de Bernardo Tomsons

Câmera, "Whatever works"
Direção de Pedro Furtado

Qinho, "O peso do meu coração"
Direção de Rubel

Raça, "Um charme"
Direção de Ghilherme Garofalo

Ventre, "Quente"
Direção de Pablo Leal e Alice Turnbull.

Rashid, "A cena"
Direção de Levi Vatavuk


Pequena Morte, "Balada volátil comum (cavalgadinha)"
Direção de Olada

Baleia, "Volta"

Flávio Renegado, "Redenção"


Maglore, "Mantra"
Direção de Victor Marinho

12 de outubro de 2015

Mistura de seminário e festival, Sonâncias discute sustentabilidade no mercado musical atual

Evento acontece em BH entre 27 e 30 de outubro com 8 shows e mais de 20 debatedores

Para discutir a sustentabilidade no meio musical de pequeno e médio porte no mercado atual é preciso rever conceitos, misturar ideias e experimentar. Essa é a proposta do Sonâncias, mistura de seminário, festival e rodada de negócios que acontece em BH entre os dias 27 e 30 de outubro, na A Autêntica (Rua Alagoas nº 1172, Savassi, BH). Em cada dia de evento será realizado um debate temático com profissionais relacionados ao mercado musical, um showcase de 30 minutos e um show de encerramento. Ao todo, serão 8 shows e 21 participantes das mesas de discussão, entre os quais estão profissionais ligados a iniciativas como os festivais Planeta Terra, Sónar, Recbeat, Casa do Mancha, Som Livre, Skol Music, Semana Internacional da Música de SP, Ministério da Cultura, Secretaria de Estado da Cultura de MG, Sesc, Centro Cultural São Paulo, Multishow, o site Tenho Mais Discos que Amigos e outros. O Sonâncias é uma realização da Quente, produtora e agência de bandas, e teve uma edição embrionária realizada em 2014 dentro da programação do festival Transborda.

A programação musical do Sonâncias terá as bandas Baleia (RJ), que se apresentou no Lollapalooza deste ano e está prestes a lançar novo CD; Banda Gentileza (PR), pela primeira vez em BH; Câmera (BH), em show especial de um ano desde o lançamento de seu primeiro álbum; Pequeno Céu (BH), combo instrumental criado pelo filho de Toninho Horta; e quatro apostas da novíssima cena local que realizarão os showcases do Sonâncias (três delas, escolhidas via inscrição online): o rapper Douglas Din, a one-man band experimental Reallejo e as bandas Young Lights e Mordomo, esta, realizando sua primeira apresentação pública.

Os debates acontecerão entre 19h e 21h e terão entrada gratuita até das 19h30. Após esse horário será cobrada a entrada que também vale para o show, nos valores de R$ 15 (antecipada) e R$ 20 (na portaria). Ou seja, quem chegar até 19h30 pode participar dos debates e assistir aos shows de graça.



Confira a programação completa:

27/10 (terça)

19h _ CONVERSAS: Música e mercado
- Coy Freitas (SP): Diretor artístico da plataforma Skol Music, que reúne artistas como Karol Conká e Boogarins.
- Fernanda Bas (RJ): Coordenadora de marketing digital na Som Livre / Slap.
- Fernando Dotta (SP): Músico e sócio do selo Balaclava Records.
- Yannick Falisse (Bélgica): Músico e proprietário do selo belga/belorizontino La Femme Qui Roule.
- Marcos Boffa (BH/SP): Curador dos festivais Planeta Terra e Sónar SP, diretor artístico da casa de shows Audio Club. Um dos criadores da Motor Music e do festival Eletronika.
- Mediador _ Rômulo Avelar: Administrador e gestor cultural. Consultor de grupos e entidades como o Grupo Galpão e a Casa do Beco. Autor do livro “O Avesso da Cena: Notas sobre Produção e Gestão Cultural”.

22h _ SHOWS



Young Lights (BH)


28/10 (quarta)
19h _ CONVERSAS: Música e mídia
- Alexandre Matias (SP): Editor do Trabalho Sujo. Foi editor do caderno Link do jornal O Estado de S. Paulo, diretor de redação da revista Galileu, e editor-chefe do projeto Trama Universitário.
- Fabiana Batistela (SP): Fundadora da Inker Agência Cultural e diretora geral da Semana Internacional da Música de São Paulo. Jornalista, foi repórter da revista Bizz.
- Guilherme Guedes (RJ): Jornalista, apresentador do Multishow, Canal Bis e parte da equipe do site Tenho Mais Discos que Amigos.
- Paulo Proença (SP/BH): Jornalista, cofundador e o gestor de conteúdo do site de entrevistas Motif. Também é editor de conteúdo web na Rádio Inconfidência.
- Mediador _ Daniel Barbosa (BH): Jornalista do caderno de cultura do jornal O Tempo. Curador de projetos como Natura Musical, Música Minas, Vozes do Morro e Música Independente.

22h _ SHOWS

Baleia (RJ)

Reallejo (BH / SP) 29/10 (quinta)

19h CONVERSAS: Música e palcos
- Mancha (SP): Proprietário do espaço Casa do Mancha, principal palco da cena indie paulistana.
- Gutie (PE): Jornalista e produtor cultural, diretor do festival pernambucano Rec-Beat, realizado durante o carnaval do Recife.
- Bruno Golgher (BH): Idealizador e curador do Savassi Jazz Festival e proprietário do Café com Letras.
- Victor Diniz (BH): Sócio da produtora Híbrido, responsável pelo festival S.E.N.S.A.C.I.O.N.A.L., dentre outros. Também é sócio-proprietário do Baixo Centro Cultural.
- Mediador _ Leo Moraes: Músico e sócio-proprietário da casa de shows A Autêntica e do Estúdio Pato Multimídia.

22h _ SHOWS

Câmera (BH)

Douglas Din (BH)

30/10 (sexta)

19h _ CONVERSAS: Música e política
- Pena Schmidt (SP): Diretor do Centro Cultural São Paulo; também foi superintendente do Auditório Ibirapuera/SP, presidente da Associação Brasileira de Música Independente e diretor da gravadora Warner.
- Murilo Pereira (BH): Chefe do Departamento de Fomento e Incentivo à Cultura da Fundação Municipal de Cultura de Belo Horizonte.
- Felipe Amado (BH): Superintendente de Fomento e Incentivo à Cultura da Secretaria de Cultura de Minas Gerais.
- Carlos Paiva (BSB): Secretário de Fomento e Incentivo à Cultura do Ministério da Cultura.
- Leonardo Beltrão (BH): Coordenador de projetos e programação do Sesc Palladium. Foi gerente de projetos do museu Inhotim e diretor de projetos do Instituto Cultural Sérgio Magnani.
- Mediador _ Gabriel Murilo (BH): Mestre em Música e Cultura pela UFMG e sócio da Embaixada Cultural. Foi um dos coordenadores do programa Música Minas e baixista do Macaco Bong.

22h _ SHOWS

Banda Gentileza (PR) Mordomo (BH)

8 de março de 2015

Festival La Femme Qui Roule

Nos dias 27 e 28 de fevereiro aconteceu em BH a primeira edição do festival La Femme Qui Roule, iniciativa do selo belga-mineiro de mesmo nome em parceria com a Quente, minha produtora. Foi também a primeira vez que o Galpão Cine Horto, espaço cultural do renomado grupo de teatro Galpão, recebeu um evento musical do tipo.

Em meio a um cenário de carência de público, foi gratificante ver as duas noites do festival com ingressos esgotados e filas de pessoas querendo entrar (aos poucos conseguimos que quase todo mundo que estava esperando entrasse). Uma vez que esta era a primeira edição do festival e contamos com um apoio financeiro da Una, a gratuidade também foi uma estratégia para tornar o evento mais atraente (afinal, um festival com seis bandas alternativas e realizado fora da região centro-sul da cidade precisa ter alguns diferenciais para provocar o deslocamento das pessoas) e assim também construir uma base de público para futuras edições (com patrocínio ou não).

A abertura, com a estreia do trio folk Invisível, e o público sentado e calado foi um dos momentos mais bonitos do festival. E a sensação de surpresa se repetia e se mostrava nas faces de quem estava ali ouvindo pela primeira vez o indie eletrônico do Teach Me Tiger ou a pedrada sonora do The Junkie Dogs - rock psicodélico pesado, soturno e esporrento. O segundo dia teve dois companheiros de banda se apresentando na sequência: Leonardo Marques e Jennifer Souza, membros do Transmissor. O primeiro, um dos criadores do selo La Femme Qui Roule, lançou seu segundo CD, Curvas, lados, linhas tortas, sujas e discretas. Já Jennifer apresentou mais uma vez as canções de sua elogiada estreia solo, Impossível Breve. E fechando o festival, a estreia da banda carioca Baleia em BH. "Pop barroco", dizem. Um dos diferenciais da banda é saber trabalhar muito bem melodias acessíveis e experimentalismo com punch - uma raridade no meio indie. Show excepcional de uma banda que tem se mostrado como uma das mais promissoras da atualidade.

Os shows foram filmados e daqui a algum tempo parte desse material será divulgado. Enquanto isso, veja abaixo algumas fotos feitas pelo Luciano Viana (da Quente).










15 de outubro de 2014

Music Alliance Pact de outubro com Baleia representando o Brasil

O Meio Desligado é o representante exclusivo do Brasil no Music Alliance Pact, projeto global que envolve cerca de 30 blogs especializados em música, de diferentes países, que mensalmente realiza uma coletânea com bandas independentes/alternativas. Todo dia 15 é publicada a coletânea com uma música escolhida pelo representante de seu respectivo país de origem.

Faça o download da coletânea deste mês ou escute cada uma das faixas clicando nos nomes das músicas abaixo.

ARGENTINA: Zonaindie
Ubika - Fahrenheit
Hard rock guitars, solid bass and drums plus strong female vocals are the formula behind Ubika. Fahrenheit is the first single from their latest album, Amigos Del Bosque, and it's inspired by Ray Bradbury's novel. The song has a video directed by Diego Stickar, which you can watch here.

AUSTRALIA: Who The Bloody Hell Are They?
The Twoks - First Light
The Twoks are a Melbourne two-piece comprising Xani Kolac on violin and vocals, and Mark Leahy on drums. Initially the solo instrumental project of Kolac, who studied jazz and improvisation at Victorian College of the Arts, the duo is now renowned on the local live circuit for their unpredictable sets which feature Kolac on loop station and a smorgasbord of effects. On The Twoks' latest release, First Light EP - which boasts crisp production from Tony Buchen (The Preatures) - Kolac's improvisations have been whittled down to concise retro-pop tunes in the vein of Pat Benatar or Kate Bush.


BRASIL: Meio Desligado
Baleia - Breu
"Breu" is one of the strongest songs from Baleia's debut album, released last year. They first caught the attention of the indie press in Brazil with a jazzy cover of Justin Timberlake but in their album they show a handful of influences, resulting in experimental indie-rock that dabbles in baroque pop and folk.

CANADA: Ride The Tempo
Friends Forever - As Long As You Call Me
The duo of Jordan Pearson (New Zebra Kid/Halcyon) and Sam McDougall don't have many songs yet under the moniker Friends Forever, but As Long As You Call Me shows off vintage 80s synth-pop inspiration with sparking melodies.

CHILE: Super 45
Magaly Fields - Love Scene
Magaly Fields is a duo formed by Tomás Stewart (guitar) and Diego Cifuentes (drums) who rock fast and strongly. They released their debut album Chromatic Days in September through Algo Records. Their first single is Love Scene, a fictional tune about a rotten relationship that fantasies that the romance never really happened.

DENMARK: All Scandinavian
Hit The Hay - Long Way Home
One of my favorite Danish bands right now, Hit The Hay travel dusty American roads with bags packed with catchy Scandinavian melancholy. Here is my first meeting with them, Long Way Home, as a MAP exclusive download, but do also check out the great Never Wanted Out and Running.

DOMINICAN REPUBLIC: La Casetera
Doob - Put On Your Seat Belt (Brenda M Remix)
True island vibes can be felt all over the work of Doob, a young producer from La Vega who spends his time remixing, and ranging between soul and progressive house on tracks of his own. The original Put On Your Seat Belt song can be heard here, but the one featuring on this MAP edition is a Nu-disco remix by Brenda M, a DJ and collaborator from the neighboring Santiago province.

ECUADOR: Plan Arteria
Estereo Humanzee - Insaciable
In less than one year, Estereo Humanzee return to MAP with their new EP, 8min 20seg. This three-song EP, that came with their new live album Signaux Lumineux, is a real statement of the evolution of their electronic sound.

FRANCE: Your Own Radio
Singapour - Paris SA
Singapour is the new project from the duo Mondrian, who are composed of Roman Oswald and Lee Gordon. On their track Paris SA (Paris Société Anonyme) they present the Paris you don't really want to know: €10,000 per square meter, €3 coffee, stressful life. It's the storytelling of a complicated relationship between Parisians and their city, a kind of "I love you… me neither".

GREECE: Mouxlaloulouda
Dead Gum - Float
Panagiotis Spoulos, as Dead Gum, mainly uses guitar and vocals through minimal effects to create instant songs, psychedelic collages and direct, stripped-down bursts. The music itself - partially improvised but fully psychographic - has anthropocentric characteristics and lo-fi character and flirts with punk, bedroom pop and analog noise. Float is the gripping opening track off his upcoming album, GAINER.

INDONESIA: Deathrockstar
Megatruh - Annelies
Megatruh come from Malang, a small city in the eastern part of Java with plenty of music talent, and Megatruh is one of the latest breed. After a series of painful things happened to frontman Kidung, he started a project influenced by post-punk, psychedelia and noise-rock with 90s sensibilities.

IRELAND: Hendicott Writing
Conor Walsh - The Front
West coast modern-classical pianist Conor Walsh has one foot in Ireland's contemporary scene through his toned-down samples and nuanced electronics. In the most part, though, his music exudes a mellow timelessness, taking the gorgeous throwback farmland of rural Mayo and converting it into a sound that's part film score, part desolate romance. At first listen this sounds like simple piano music; let it sit and The Front's gentle flow whisks you away.

ITALY: Polaroid
Niagara - Vanillacola
Niagara are a Turin-based experimental pop duo. They say their sound incorporates elements of electronic, psychedelic, Eastern and dance music, but I think it's more surprising than this. The track Vanillacola, from their second album Don't Take It Personally (out now on the UK label Monotreme), is a wonderful example of Niagara's elusive idea of music: Boards Of Canada synths that destroy a catchy pop structure, while the vocals become more obsessive as the melody gets hypnotic.

JAPAN: Make Believe Melodies
The Somedays - Remember Me
There is no shortage of indie-pop music in Japan. There has never been a lack of twee-leaning, ennui-dunked groups in this country. Osaka group The Somedays have found a smart way to stand out from the pack. Remember Me is anchored by all the regular trappings of the style - guitar, drums, melancholy vocals - but is given a buzzy edge thanks to the presence of synthesizers, lending a futuristic vibe to their sound.

MEXICO: Red Bull Panamérika
Pájaro Sin Alas - Alfombra Mágica Mental
Rodolfo Ramos Castro aka Pájaro Sin Alas ("Bird With No Wings") not only penned one of the most heartbreaking songs of the first half of this decade, but also became a figure whose slow output is worth the wait. Alfombra Mágica Mental functions as bitter sips of shared realities that strangely link the mystery of the Arabian Nights with the barren landscapes of his home state of Chihuahua in northern Mexico.

PERU: SoTB
Las Amigas De Nadie - Should Not Let It Go
Human Dress is the new album of Las Amigas De Nadie, released two years after Sincronia, a record that created great interest in the Latin American music scene thanks to its originality. Human Dress gives us a much deeper insight into the experimental melodies that the band introduced in their previous album. Should Not Let It Go is their first single, an addictive and remarkable mix of electronic textures and distorted vocals.

PORTUGAL: Posso Ouvir Um Disco?
Pernas De Alicate - Pássaros (Casa Para Pássaros, Parte I)
Pernas De Alicate is not really a band but a project started by drummer Carlos BB, who is also a recording studio owner, and Sara Feio, an illustrator. They invited some of their friends and acquaintances to contribute their art, music, illustrations, photography and film for Pernas De Alicate. The music was recorded over Carlos BB's drums, with every musician invited on a one-by-one basis. The video for Pássaros (Casa Para Pássaros, Parte I) was directed by Sara.

PUERTO RICO: Puerto Rico Indie
Samalot - Valle De Luz
After two intense albums as part of experimental rock group Tachdé, Fernando Samalot has created his own niche in the prolific Puerto Rican music scene with his introspective and meditative songs. With the steady hand of engineer and producer Héctor "Stontape" Hernández, Fernando has created musical landscapes filled with desire, hope and wisdom that seem to travel like wind from our lush Caribbean mountains down to the intricate river channels of the island. Samalot's most recent EP - available through Bandcamp - features two "sister" songs, Rayo De Luz and Valle De Luz. Both are definitely faces of the same coin.

SCOTLAND: The Pop Cop
The Xcerts - Pop Song
The Xcerts have been my favourite Scottish rock band since their debut album In The Cold Wind We Smile was released in 2009, with its impassioned choruses and gripping moments of melancholy. It wasn't difficult to fall under its spell. While the follow-up record was deliberately rougher around the edges, their imminent third album, There Is Only You, out on November 3, is an exhibition of The Xcerts' songwriting strength. The melodic explosion of the aptly-named Pop Song, a MAP exclusive download, is a case in point. Check out the video for it here.

SPAIN: Musikorner
YDVST - 2044
YDVST breathes mysticism and irrealities. His first EP, DVST / CUTS was written during silent and uncertain nights. It was released by the Sweat Taste label and contains experimental essences of ambient, downtempo and vaporware. This mysterious yet captivating artist from Madrid will certainly develop his projects at his own pace.

UNITED STATES: We Listen For You
The Fervor - Moment Of Truth
Louisville, Kentucky's The Fervor mixes in lush orchestration with pounding vocals that conjure up thoughts of Neko Case. The music is filled with small moments of beauty that once heard as a complete piece results in a blissful listen.

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