Pesquisar nos arquivos

Mostrando postagens com marcador jennifer souza. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jennifer souza. Mostrar todas as postagens

6 de fevereiro de 2019

Helio Flanders e Transmissor fragmentado (quase isso) no Circuito de Literatura e Cafés

A quarta edição do Circuito de Literatura e Cafés será realizada nos dias 9 e 16 de fevereiro, desta vez no Parque Municipal de Belo Horizonte. Em um formato diferente, essa edição vai misturar música e literatura. Helio Flanders (do Vanguart) e os três vocalistas do Transmissor – Jennifer Souza, Leonardo Marques e Thiago Correa, farão shows acústicos intercalados com um bate-papo sobre literatura e influências nas suas letras. Como sempre, a entrada é franca e serão servidos cafés especiais e drinks com café, também gratuitamente.

Realizado pela Quente com apoio da Belotur, a ideia do Clic é promover um evento de literatura sem a sisudez dos debates tradicionais. Daí a proposta de realizar as conversas em cafeterias e, simultaneamente, divulgar os cafés especiais produzidos em Minas Gerais. Criar um circuito está ligado à proposta de descobrimento que o projeto apresenta: conhecer melhor autores e autoras, explorar lugares e possibilidades do café na gastronomia.

8 de março de 2015

Festival La Femme Qui Roule

Nos dias 27 e 28 de fevereiro aconteceu em BH a primeira edição do festival La Femme Qui Roule, iniciativa do selo belga-mineiro de mesmo nome em parceria com a Quente, minha produtora. Foi também a primeira vez que o Galpão Cine Horto, espaço cultural do renomado grupo de teatro Galpão, recebeu um evento musical do tipo.

Em meio a um cenário de carência de público, foi gratificante ver as duas noites do festival com ingressos esgotados e filas de pessoas querendo entrar (aos poucos conseguimos que quase todo mundo que estava esperando entrasse). Uma vez que esta era a primeira edição do festival e contamos com um apoio financeiro da Una, a gratuidade também foi uma estratégia para tornar o evento mais atraente (afinal, um festival com seis bandas alternativas e realizado fora da região centro-sul da cidade precisa ter alguns diferenciais para provocar o deslocamento das pessoas) e assim também construir uma base de público para futuras edições (com patrocínio ou não).

A abertura, com a estreia do trio folk Invisível, e o público sentado e calado foi um dos momentos mais bonitos do festival. E a sensação de surpresa se repetia e se mostrava nas faces de quem estava ali ouvindo pela primeira vez o indie eletrônico do Teach Me Tiger ou a pedrada sonora do The Junkie Dogs - rock psicodélico pesado, soturno e esporrento. O segundo dia teve dois companheiros de banda se apresentando na sequência: Leonardo Marques e Jennifer Souza, membros do Transmissor. O primeiro, um dos criadores do selo La Femme Qui Roule, lançou seu segundo CD, Curvas, lados, linhas tortas, sujas e discretas. Já Jennifer apresentou mais uma vez as canções de sua elogiada estreia solo, Impossível Breve. E fechando o festival, a estreia da banda carioca Baleia em BH. "Pop barroco", dizem. Um dos diferenciais da banda é saber trabalhar muito bem melodias acessíveis e experimentalismo com punch - uma raridade no meio indie. Show excepcional de uma banda que tem se mostrado como uma das mais promissoras da atualidade.

Os shows foram filmados e daqui a algum tempo parte desse material será divulgado. Enquanto isso, veja abaixo algumas fotos feitas pelo Luciano Viana (da Quente).










Arquivos do blog