De 14 a 19 de setembro a agenda cultural de BH terá dois importantes eventos acontecendo simultaneamente: o Música Mundo - Encontro Internacional de Negócios e Música e o Festival Transborda. São eventos parceiros e complementares. Enquanto o Transborda oferece as apresentações musicais, o Música Mundo é direcionado a outros momentos da cadeia produtiva com rodadas de negócios entre produtores e artistas e paineis com profissionais envolvidos no mercado musical. Ao todo, são mais de 40 convidados nas rodadas e paineis do Música Mundo, boa parte deles de outros países. A programação do Transborda é gratuita e as inscrições para as atividades de negócios do Música Mundo custam entre R$ 20 e R$ 60.
Pesquisar nos arquivos
Mostrando postagens com marcador transborda. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador transborda. Mostrar todas as postagens
10 de setembro de 2016
18 de novembro de 2014
Sobre música independente, festivais, Transborda e sentir-se falando como um tio ("naquela época...")
Primeiramente, uma foto estilosa. Porque texto longo sem foto estilosa assusta a garotada.
Pronto. Agora começamos.
Em 2000, naquele que provavelmente foi o primeiro show alternativo ao qual fui, havia exatamente uma pessoa parada no meio do local assistindo à banda com atenção. O local em questão era um campo de futebol em Sabará e quem estava no palco era a Moan, banda belorizontina de indie rock depressivo (ou emotional hardcore, como diziam anos atrás). Quase dez anos depois, na mesma Sabará, à poucos quarteirões daquele campo de futebol, cerca de 10 mil pessoas compareceram aos shows, também alternativos, do festival Escambo (catorze anos depois daquele primeiro show eu encontraria o mesmo espectador solitário, agora já um velho amigo, em Nantes, onde veríamos juntos um show histórico do Black Rebel Motorcycle Club - banda conhecida durante o período descrito nos próximos parágrafos).
Os indies não se reproduziram como gremlins nesse período, mas a ampliação do público envolvido com a cena musical alternativa na última década me veio à mente durante o festival Transborda, cuja terceira edição aconteceu entre o fim de outubro e o início de novembro de 2014. Assim como o Escambo, o Transborda está diretamente ligado à experiência de quem viveu o início da popularização da internet e da troca de arquivos. Aqueles anos de internet discada, Napster e Soulseek, que resultaram em uma aproximação até então inédita com um enorme volume de novos artistas, culminando, alguns anos depois, na criação da TramaVirtual - a meca do indie brasileiro (ao menos por algum período).
Pela primeira vez se podia ouvir com facilidade (e de graça) gravações de bandas independentes nacionais. O passo seguinte era vê-las ao vivo. Afinal, eram artistas brasileiros, alguns deles residentes em cidades próximas. Então, durante algum show do Garage Fuzz, Mukeka di Rato ou algo do tipo, você poderia pensar "caralho, como é bom ouvir ao vivo o que escuto em casa". E assim por diante, semana após semana.
Desde então, a cena cresceu e foi perdendo a inocência. Foi se profissionalizando e, dependendo do ponto de vista, encaretando, ficando formatada demais. Em meio a isso tudo, um debate do Transborda com os produtores culturais Fabrício Nobre e Anderson Foca chamou atenção para um ponto: por mais que existam problemas, o mercado musical independente está dando certo. Nobre fez a provocação. Em uma sala com cerca de 20 pessoas, pediu que todos aqueles que tivessem a cultura como principal ou exclusiva fonte de renda levantassem a mão. Quase toda a plateia estava de braços erguidos. Segundo ele, 10 anos atrás essa situação seria impossível. Concordo.
E onde entra o Transborda nessa história? Ele é exemplo da transformação e do desenvolvimento da cena como um todo. Suas edições refletem os momentos do mercado, suas dificuldades e mudanças. Se na década passada a grande maioria dos festivais de música independente buscava headliners que atraíssem um maior número de pessoas para os shows (e para isso precisavam de patrocínios cada vez maiores), atualmente a formação de público é mais orgânica e em menor escala. As duas primeiras edições do Transborda levaram milhares de pessoas às ruas e ocuparam diversos espaços de BH. Mesmo assim, houve um hiato de três anos em sua realização e foram necessários alguns passos atrás para que o festival retornasse mais conciso e próximo do seu público alvo. O resultado? Casa lotada, artistas e público satisfeitos e sustentabilidade (podem esperar mais shows produzidos pela mesma galera em 2015).
Patrocínios e mecanismos públicos de incentivo à cultura continuem extremamente importantes, mas, além disso, transformações como a do Transborda 2014 apontam um caminho promissor. Principalmente quando se tem uma programação com algumas das bandas de rock mais interessantes da nova cena brasileira (Apanhador Só e Boogarins), um representante digno do "indie clássico" como há muito tempo não se ouvia (Câmera) e novidades promissoras (Hotel Catete, Red Boots, Mahmundi - os últimos, nem tão novidade assim, mas nem por isso menos promissores).
Pronto. Agora começamos.
Em 2000, naquele que provavelmente foi o primeiro show alternativo ao qual fui, havia exatamente uma pessoa parada no meio do local assistindo à banda com atenção. O local em questão era um campo de futebol em Sabará e quem estava no palco era a Moan, banda belorizontina de indie rock depressivo (ou emotional hardcore, como diziam anos atrás). Quase dez anos depois, na mesma Sabará, à poucos quarteirões daquele campo de futebol, cerca de 10 mil pessoas compareceram aos shows, também alternativos, do festival Escambo (catorze anos depois daquele primeiro show eu encontraria o mesmo espectador solitário, agora já um velho amigo, em Nantes, onde veríamos juntos um show histórico do Black Rebel Motorcycle Club - banda conhecida durante o período descrito nos próximos parágrafos).
Os indies não se reproduziram como gremlins nesse período, mas a ampliação do público envolvido com a cena musical alternativa na última década me veio à mente durante o festival Transborda, cuja terceira edição aconteceu entre o fim de outubro e o início de novembro de 2014. Assim como o Escambo, o Transborda está diretamente ligado à experiência de quem viveu o início da popularização da internet e da troca de arquivos. Aqueles anos de internet discada, Napster e Soulseek, que resultaram em uma aproximação até então inédita com um enorme volume de novos artistas, culminando, alguns anos depois, na criação da TramaVirtual - a meca do indie brasileiro (ao menos por algum período).
Pela primeira vez se podia ouvir com facilidade (e de graça) gravações de bandas independentes nacionais. O passo seguinte era vê-las ao vivo. Afinal, eram artistas brasileiros, alguns deles residentes em cidades próximas. Então, durante algum show do Garage Fuzz, Mukeka di Rato ou algo do tipo, você poderia pensar "caralho, como é bom ouvir ao vivo o que escuto em casa". E assim por diante, semana após semana.
Desde então, a cena cresceu e foi perdendo a inocência. Foi se profissionalizando e, dependendo do ponto de vista, encaretando, ficando formatada demais. Em meio a isso tudo, um debate do Transborda com os produtores culturais Fabrício Nobre e Anderson Foca chamou atenção para um ponto: por mais que existam problemas, o mercado musical independente está dando certo. Nobre fez a provocação. Em uma sala com cerca de 20 pessoas, pediu que todos aqueles que tivessem a cultura como principal ou exclusiva fonte de renda levantassem a mão. Quase toda a plateia estava de braços erguidos. Segundo ele, 10 anos atrás essa situação seria impossível. Concordo.
E onde entra o Transborda nessa história? Ele é exemplo da transformação e do desenvolvimento da cena como um todo. Suas edições refletem os momentos do mercado, suas dificuldades e mudanças. Se na década passada a grande maioria dos festivais de música independente buscava headliners que atraíssem um maior número de pessoas para os shows (e para isso precisavam de patrocínios cada vez maiores), atualmente a formação de público é mais orgânica e em menor escala. As duas primeiras edições do Transborda levaram milhares de pessoas às ruas e ocuparam diversos espaços de BH. Mesmo assim, houve um hiato de três anos em sua realização e foram necessários alguns passos atrás para que o festival retornasse mais conciso e próximo do seu público alvo. O resultado? Casa lotada, artistas e público satisfeitos e sustentabilidade (podem esperar mais shows produzidos pela mesma galera em 2015).
Patrocínios e mecanismos públicos de incentivo à cultura continuem extremamente importantes, mas, além disso, transformações como a do Transborda 2014 apontam um caminho promissor. Principalmente quando se tem uma programação com algumas das bandas de rock mais interessantes da nova cena brasileira (Apanhador Só e Boogarins), um representante digno do "indie clássico" como há muito tempo não se ouvia (Câmera) e novidades promissoras (Hotel Catete, Red Boots, Mahmundi - os últimos, nem tão novidade assim, mas nem por isso menos promissores).
12 de setembro de 2011
Festival Transborda 2011
Um dos festivais mais legais de Minas Gerais acontece nesta semana em Belo Horizonte: o Transborda - Festival de Artes Transversais. Apesar de ter realizado suas primeiras atividades no último sábado, a programação ganha fôlego a partir da segunda-feira, 12 de setembro, e se estende até o dia 18, domingo, quando serão realizados os shows finais do evento na Praça do Papa. O mote desta edição é a ocupação dos espaços públicos aliada ao trabalho colaborativo, marca registrada do Fora do Eixo, do qual o coletivo Pegada, realizador do festival, é parte.
"O conceito carrega não só a ideia da apropriação da cidade por seus habitantes, como da democratização do acesso a bens culturais, abertura e possibilidade de circulação pela cidade e o deslocamento dos lugares privilegiados de fruição artístico-cultural", indica o material de divulgação. Na atual gestão da Prefeitura de BH, tal movimento se faz ainda mais necessário e urgente. A utilização de espaços públicos na capital tem gerado grandes embates entre a classe artística e a Prefeitura, que nos últimos meses chegou a proibir manifestações artísticas, colocou para "aluguel" uma das principais praças da cidade (a Praça da Estação) e obriga que as praças sejam literalmente "encaixotadas" por algo semelhante a paredes de conteiners para a realização de shows nesses locais. Promover atividades em centros culturais e praças passa a ser mais do que uma ação de descentralização do acesso à produção cultural e se torna um ato político e ideológico, uma demonstração de insatisfação da sociedade civil.
Quem acompanhar muitas atividades do Transborda poderá ter uma visão mais ampla de BH e sua situação sócio-econômica. As ações ocorrem tanto em favelas (Vila Marçola) como em uma das regiões mais ricas da cidade (Praça do Papa, no endinheirado bairro do Mangabeiras, onde vive o Governador de Minas Gerais). A programação inclui shows de bandas como Vanguart, Quarto Negro, Graveola e o Lixo Polifônico, Câmera, Mukeka di Rato, 4instrumental, Lurdez da Luz e Lafusa, além de oficinas, debates, exibições de filmes e intervenções artísticas. Um dos destaques é a 5ª Semana da Comunicação, realizada na UFMG e que integra o Transborda neste ano. Na sexta-feira, acontece o debate Mesa “Música no Século XXI: produção, experiência e consumo”, com os professores Carlos Palombini (UFMG), Bruno Nogueira (UFBA / Faculdades Integradas Barros Melo) e Jeder Janotti (UFPE) e será mediado por mim. Apareçam!
O encerramento acontece no dia 18 tendo entre as atrações o comentado rapper Criolo, Frito na Hora, Zimun, Violins, Cérebro Eletrônico e um dos ícones do metal mineiro, Chakal, entre outras.
PROGRAMAÇÃO COMPLETA
29 de julho de 2011
Últimos dias para inscrição no festival Transborda 2011
A 2ª edição do festival Transborda, realizado pelo coletivo Pegada em Belo Horizonte, está em fase de pré-produção e artistas interessados em se apresentar podem se inscrever através de edital publicado na plataforma Toque no Brasil. Bandas de quaisquer regiões brasileiras podem participar, contanto que tenham trabalhos autorais. Ao todo serão selecionados cinco artistas para se apresentar no dia 17 de setembro, cada um deles em um centro cultural da Prefeitura de Belo Horizonte (localizados nas regiões da Lagoa do Nado, Padre Eustáquio, Regina, São Bernardo e Serra). Aos selecionados, a produção oferece ajuda de custo para transporte entre cidades (para o caso de bandas cujos integrantes residam fora de BH), transporte local, alimentação e hospedagem.
O festival Transborda acontece entre 10 e 18 de setembro em casas noturnas, centros culturais e espaços públicos de BH e as inscrições de bandas podem ser feitas até o dia 3 de agosto, gratuitamente, via Toque no Brasil.
Aqui, uma amostra do que rolou no festival em 2010 através do encontro da banda belo-horizontina de pós-rock Constantina com o guitarrista Bruno Kayapy, da Macaco Bong.
27 de setembro de 2010
A cena de BH fervilha e Transborda
Salgado (do 4instrumental, atração do Transborda), após fazer a dança da galinha, carregando pirralho hiperativo encontrado sozinho na porta do banheiro durante o festival
Primeiro, um ponto negativo: o festival Transborda gerou uma enxurrada de trocadilhos horríveis nos títulos das matérias sobre o evento, como esta.
Por outro lado, talvez tenha sido o festival mais importante a ser realizado na capital mineira nos últimos anos. "Puff...", ouvi você fazer com a boca e pensar "que moleque idiota". Sem problemas, às vezes até concordo com isso, mas deixe-me explicar: o Transborda - Festival de Artes Transversais não teve grandes artistas internacionais, não teve uma programação imperdível e não bateu recordes de público, mas foi (e continua sendo) importante, acima de tudo, pelo que representa. E o que ele representa é um grande soco na cara (eu escreveria "um chute no saco", mas não sou machista e o "soco na cara" é extensível as mulheres também) de um cenário artístico bunda-mole e reclamão, que adora apontar os (muitos) dedos para todos os lados e não tomar atitudes para mudar.
Lembro-me bem de como tudo isso começou. Era 2008 e o festival Stereoteca (no qual eu trabalhava na produção) realizou o 1° Seminário Prático da Música (no qual eu e minha timidez, velha amiga, fomos mediadores em uma das mesas). O Seminário foi o ponto de partida para que o Lucas Mortimer, até então um mestrando em educação física e baterista nas horas vagas, incitasse a turma com o já famoso email intitulado "CRIAÇÃO E FORTALECIMENTO DA CENA DE ROCK INDEPENDENTE DE BELO HORIZONTE" (reproduzido ao fim deste texto).
Monograma (participação especial Mc Lucas Mortimer & As Peguetes)
Enquanto alguns nomes que até então se julgavam os fodões da cena esnobaram a ideia, pessoas até então totalmente desconhecidas se uniram e aos poucos foram desenvolvendo propostas, discutindo, convidando amigos e abandonando o barco, inclusive. Dois anos depois, a realização do Transborda pelo coletivo Pegada, com R$ 160 mil de verba pública, é resultado do trabalho desenvolvido nesse período, a prova de que se acomodar é a pior coisa quando se quer transformação, de que receber críticas e enfrenta-las apenas reforça seu caráter e empenho, de que nem tudo pode dar certo, mas a tentativa pode valer (e muito) a pena.
Sobre o festival em si, que aconteceu entre os dias 13 e 19 de setembro em BH com shows e oficinas, principalmente, posso dizer que:
- a noite de abertura da programação de shows foi uma das coisas mais bonitas que vi nesse ano, com a banda instrumental local Dibigode fazendo uma ótima apresentação no Auditório do Centro Cultural da UFMG enquanto atores e atrizes (jovens e idosos) realizaram performances em meio à platéia
- Fusile e Lucas Santanna fizeram shows incríveis na Praça da Estação, levando parte do público a saculejar desleixadamente com toda a malemolência e charme, no caso das mulheres (durante o show do Lucas Santanna) e a realizar trenzinhos e a nefasta dança da galinha (um tipo de dança em os braços são jogados pra trás e se movimentam do cotovelo ao ombro, lateralmente, enquanto o tronco é jogado pra frente, durante o show do Fusile).
E aqui, na íntegra, o email do Lucas em 7 de junho de 2008:
"Olá pessoal,
Participei essa semana do 1º Seminário Prático de Música, realizado pela Casulo e Rádio Inconfidência e com vários apoios. Inicialmente, estava apenas interessado em ver o show do Monno no Steroteca que acontece às quartas no Teatro da Biblioteca Pública, no entanto, vi que seria realizada uma palestra antes do show e decidi participar. Saí de lá no primeiro dia muito empolgado e com vontade de botar a mão na massa e fazer com que meu projeto musical fosse pra frente. Também percebi que o rock independente está aí com várias bandas boas e também com muita vontade. Mas mais do que isso, descobri que para conseguirmos realmente criar uma CENA DO ROCK INDEPENDENTE DE BELO HORIZONTE, a exemplo de Goiânia, teriamos que nos unir, organizar e movimentar.
Percebo que esforços para isso já vem sendo feitos. Tomemos o exemplo do OUTROROCK e do BH INDIE MUSIC. São dois festivais que estão reunindo as principais bandas independentes de Belo Horizonte e mostrando as caras. Fico muito feliz de estar participando dessa movimentação, mas quero mais.
Uma das propostas do 1º Seminário Prático de Música era de que, quem participasse em todos os dias do evento, enviasse um Projeto para pleitear a uma consultoria de três meses com um dos palestrantes, para ajudar na formulação e adequação de seu projeto (a consultoria será administrada pelo Sebrae). A lista dos palestrantes está no site da Stereoteca (www.stereoteca.com.br). Uma fala que foi muito recorrente entre os palestrantes é de que quanto mais unido e organizado for o movimento, maior será a atenção dada a este. Pensei então se escreveria um projeto para a produção de um CD da minha banda. Mas pensei: só fazer um CD não faria com que minha banda fosse ouvida e nem abriria espaços onde eu pudesse tocar com ela. Percebi então que a necessidade de abrir espaços para o rock independente e atrair a atenção do público só pode ser suprida através da união das bandas e da criação de uma CENA forte em Belo Horizonte.
Para isso, venho sugerir a vocês que façamos o pleite à consultoria com um projeto intitulado, por exemplo: "CRIAÇÃO E FORTALECIMENTO DA CENA DE ROCK INDEPENDENTE DE BELO HORIZONTE". Uma pessoa que estava presente no Seminário e também pensou nisso é o David da banda As Horas. Mas várias outras pessoas estavam presentes e imagino que todos tenham saído de lá com um pouco do sentimento que me domina agora. Vou citar algumas pessoas que vi lá: César (Carolina Diz), Bruno (Monno), Silvio (produtor do Udora), Luciano (Enne) e várias outras pessoas com rostos familiares. Quem mais estava lá?
O projeto é simples. Apenas uma lauda explicando um pouco do projeto e porque quer pleitear à consultoria. E escolher um ou mais palestrantes para ajudar e porque da escolha do palestrante. Eu pessoalmente me interessei muito pela ajuda da Maria Juçá (Circo Voador) que foi quem mais ressaltou que o espírito de união é determinante para o sucesso, provado ainda pelo trabalho do Circo Voador no Rio. Uma outra pessoa que poderia ajudar muito na organização de, por exemplo, um festival anual (estilo Bananada p.ex.) seria o Malab, grande produtor aqui de BH, fundador do Eletronika e que irá realizar o Pop-Rock Brasil este ano. Além do Reginaldo (Eletrodiscos) e Silvio (Tratore) que parecem ser pessoas super competentes. Ainda tem o Luiz César que é um cara super influente no MySpace.
Enfim, esta é uma idéia. Estou compartilhando-a e gostaria que todos comentassem.
Se gostarem da idéia, já sugiro nos encontrarmos dia 10 (terça-feira desta semana) no Matriz, logo após a coletiva de imprensa do BH Indie Music (que terá início às 10hs) para discutirmos e redigirmos a proposta.
Abraços e VAMOS AGITAR GALERA!"




