Fugazi no carnaval baiano? Ivete Sangalo com Oasis e The Cure? Aperte play que só melhora esse pré-carnaval.
Essa versão de "Waiting room" do Fugazi é de autor desconhecido. A versão da história que recebi há uns quatro anos é que foi feita como presente de aniversário de namoro para uma garota (ATUALIZAÇÃO: o Pedro Durães é o autor do mashup e aproveitou pra informar que o mashup foi um presente de aniversário). As outras duas, que misturam "Wonderwall", do Oasis, e "Just like heaven", do The Cure, com músicas da Ivete Sangalo, são do Raphael Bertazi. Ele também já misturou Racionais MC's com Chapolin Colorado, Strokes com É O Than e fez a clássica "Alegria, Alegria" versão 8-bit misturada com Super Mario Bros, entre outras.
E pra lembrar do David Bowie no carnaval vale tocar também essa versão cremosa de "Modern love", feita pelo mesmo responsável por "tecnobregar" The Smiths, Echo & The Bunnymen e Eurythmics.
Bônus:
Shakira + Danzig
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29 de janeiro de 2016
14 de fevereiro de 2013
Sobre pessoas respeitáveis e carnavalescas
Tento ser uma pessoa respeitável, sério. Mas aí vem o carnaval, essa gente bonita e animada de Belo Horizonte, as ruas ocupadas por pessoas tendo espasmos irresponsáveis de felicidade, os blocos tocando Tim Maia, Jorge Ben, Art Popular e Molejo, o céu aberto, as ruas com menos carros e mais gente, a síndica viajando, festas acontecendo o dia inteiro...
Aí, o que você faz a não ser sair por aí colando adesivos nas bundas de travestis, se fantasiando de Cartola, de trabalhador de mina de carvão indo pra balada sem tomar banho, misturando punk, glamour e carnaval, arrumando esquemas pra comprar cerveja boa por preços módicos e conhecendo gente nova e interessante?
Teve bão.
22 de fevereiro de 2012
O Carnaval do amor (politizado) em Belo Horizonte
| Bloco da Praia da Estação em frente à Prefeitura de Belo Horizonte |
Desde o dia 15 de Fevereiro, quarta-feira, meu primeiro Carnaval em BH provou-se intenso e marcante. Enquanto 4instrumental e Festenkois se preparavam para tocar no Nelson Bordello, centenas de pessoas lotavam a parte inferior ao viaduto Santa Tereza em um bloco animado por músicas de Tim Maia ("Chama o síndico") até quase três da madrugada.
Tentando recapitular agora é extremamente difícil elaborar uma cobertura em ordem cronológica dos últimos dias, mas é certo que foram dias especiais. Blocos lotados fizeram a festa principalmente nos bairros Santa Tereza e Santa Efigênia (e também no centro da cidade e na Savassi, além de outras regiões nas quais não estive). Os principais pontos de agitação foram o Bar Brasil 41 (com o bloco do Peixoto e do Aproach, versão carnavalesca da banda de rock instrumental / surf music Proa) e duas praças de Santa Tereza mais conhecidas pelos bares que ali se encontram: o Bolão e Orlando. Na praça do Bolão, aliás, um dos momentos mais incríveis desse carnaval, com milhares de pessoas presentes para participar do bloco/banda da Alcova Libertina, que fez versões carnavalescas para bandas como Strokes, White Stripes, Blur, Beatles e Nação Zumbi.
Foi um carnaval de agitação e amor, explicitado nos rostos marcados pelas adesivos em formato de coração distribuídos pelo Bloco do Amor e que estavam presentes em pessoas nos mais diversos cantos, a toda hora do dia. Dias de festa que deram continuidade à efervescência cultural vivida em BH em 2012 e que também fortaleceram questões políticas, seja na manifestação pacífica contra o Prefeito Márcio Lacerda em frente ao prédio da prefeitura ou através de marchinhas sobre políticos corruptos, como a já famosa "Coxinha da madrasta". O único incidente violento que presenciei, aliás, envolveu uma questão política e foi executado pela Polícia Militar, que explodiu uma bomba em plena Avenida Afonso Pena para dispersar o bloco da Praia da Estação que, naquele momento, estava cantando uma marchinha anti-prefeito - que começa com "M" e termina com "erda" mas não é suficiente pra acabar com a festa.
Um dos motivos para a "carnavalização" da capital parece ser justamente o agrupamento de jovens "agitadores culturais" (termo besta que reproduzo na falta de melhor substituto - meu corpo ainda está se recuperando) em coletivos culturais, como a própria Alcova Libertina, Outro Rock, Fora do Eixo e também em coletivos informais, agrupamentos de pessoas com interesses comuns e ativos politicamente. Carnavalizar é um ato político por essas bandas.
19 de fevereiro de 2009
Planos para os próximos momentos
Em 20 minutos:
- Comer alguma coisa com o Nathan e começar a beber
Em 50 minutos:
- Encontrar com a Nádia e a Clara, beber mais e começar a pensar se eu tomo uma decisão importante
Em 90 minutos:
- Ficar bêbado e comemorar meu aniversário com os caras do Nuda
Em 200 minutos:
- Bastante bêbado, ver o show do 4 e do Nuda na Obra e mais tarde ir embora pra terminar de arrumar minha mala (até parece)
Sexta-feira:
- Reencontrar uma grande amiga
- Ficar puto com o calor
- Pegar estrada
Entre a noite de sexta e a manhã de quarta:
- Sobreviver ao Rio de Janeiro
- Aproveitar
- Ficar bronzeado
- Conhecer no mínimo 16 lugares diferentes
- E testar a atualização do blog via celular (compromisso jornalístico, sempre presente, cof cof)
Depois do carnaval:
- Parar de fazer atualizações estilo "diário virtual" no blog e voltar a falar de música de um jeito pseudo-jornalístico-fodão-vanguardista-do-caralho.
- Comer alguma coisa com o Nathan e começar a beber
Em 50 minutos:
- Encontrar com a Nádia e a Clara, beber mais e começar a pensar se eu tomo uma decisão importante
Em 90 minutos:
- Ficar bêbado e comemorar meu aniversário com os caras do Nuda
Em 200 minutos:
- Bastante bêbado, ver o show do 4 e do Nuda na Obra e mais tarde ir embora pra terminar de arrumar minha mala (até parece)
Sexta-feira:
- Reencontrar uma grande amiga
- Ficar puto com o calor
- Pegar estrada
Entre a noite de sexta e a manhã de quarta:
- Sobreviver ao Rio de Janeiro
- Aproveitar
- Ficar bronzeado
- Conhecer no mínimo 16 lugares diferentes
- E testar a atualização do blog via celular (compromisso jornalístico, sempre presente, cof cof)
Depois do carnaval:
- Parar de fazer atualizações estilo "diário virtual" no blog e voltar a falar de música de um jeito pseudo-jornalístico-fodão-vanguardista-do-caralho.
31 de janeiro de 2008
Carnavais...
Carnaval que se preza já começou ou, no máximo, tem início amanhã. Quem foge da tradição de escolas de samba, blocos caricatos, trios elétricos e afins, mas ainda mantém esperança em manifestações coletivas, sabe (ou deveria saber!) que uma das melhores opções este ano é o Grito Rock, festival coletivo que acontece em quase 50 cidades do Brasil e outros países da América Latina. Dependendo de qual cidade você mora, a programação do festival pode ser uma completa merda ou pode ter algumas bandas excelentes (viva a diversidade!).
Em São Paulo, temos a última edição do Carnaval Revolução; em Recife, mais um Rec-Beat; em Curitiba, o Psychobilly Festival; em Belo Horizonte, Invasão de One Man Bands; e por aí vai. Opções diversas estão aparecendo, basta tentar se manter informado e procurar por aquela com a qual você mais se identifica.

Tendo em vista esse "carnaval plural" composto por diversas manifestações e experiências singulares de cada indivíduo é que um grupo de blogueiros em Belo Horizonte resolveu fazer uma blogagem coletiva hoje, dia 30 de janeiro, sobre o carnaval.
Das divagações sobre realidades sociais e alienação provocada (ou potencializada) pelo carnaval redigidas pelo Luiz à poesia-de-links da Flávia, passando pela beleza literária do texto da Lud (que intimidade é essa?) e a pesquisa de sambas-enredo que valorizam a "mineiridade" feita pela Júlia, temos apenas uma pequena amostra do que é o carnaval no Brasil e, assim, um minúsculo (minúsculo meeesmo!) retrato do que somos nós, brasileiros.
Em São Paulo, temos a última edição do Carnaval Revolução; em Recife, mais um Rec-Beat; em Curitiba, o Psychobilly Festival; em Belo Horizonte, Invasão de One Man Bands; e por aí vai. Opções diversas estão aparecendo, basta tentar se manter informado e procurar por aquela com a qual você mais se identifica.

Tendo em vista esse "carnaval plural" composto por diversas manifestações e experiências singulares de cada indivíduo é que um grupo de blogueiros em Belo Horizonte resolveu fazer uma blogagem coletiva hoje, dia 30 de janeiro, sobre o carnaval.
Das divagações sobre realidades sociais e alienação provocada (ou potencializada) pelo carnaval redigidas pelo Luiz à poesia-de-links da Flávia, passando pela beleza literária do texto da Lud (que intimidade é essa?) e a pesquisa de sambas-enredo que valorizam a "mineiridade" feita pela Júlia, temos apenas uma pequena amostra do que é o carnaval no Brasil e, assim, um minúsculo (minúsculo meeesmo!) retrato do que somos nós, brasileiros.
25 de janeiro de 2008
Psycho Carnival 2008
Além do Grito Rock e do Rec-Beat, outro festival relacionado ao rock 'n' roll e suas vertentes que acontece durante o carnaval é o Psycho Carnival, que em 2008 chega a sua 9ª edição em Curitiba.Realizado entre 2 e 4 de fevereiro (além de uma festa de aquecimento no dia primeiro), o festival tem como foco a psychobilly e conta com 22 bandas, sendo 6 delas estrangeiras.
Os ingressos para cada dia custam R$ 10 e os shows acontecem no Joker Pub e no Hangar Bar.
Para quem não conhecia o festival (como eu), que agora é membro da Abrafin, é bom ver esses vídeos sobre as edições 2007, 2006 e 2004 (além de rir um pouco da cobertura das TV´s).
Programação
01/02/08 - Hangar Bar - 22:00hs
HILLBILLY RAWHIDE
CRAZY HORSES
CWBILLY’S
02/02/07 – Jokers Pub - 21:00h
CHUCK AND THE BRAZIL CRACK PIPES (Inglaterra)
THE HOWLERS (EUA)
SKIZOYDS (SP)
BAD LUCK GAMBLERS (SP)
OLD STUFF (RS)
03/02/07– Jokers Pub - 21:00h
OVOS PRESLEY (BH)
VOODOO ZOMBIES (Chile)
PETE 1 (DINAMARCA)
BIG NITRONS (SP)
AS DIABATZ
04/02/08 - Hangar Bar - 16:00hrs
BILLYS BASTARDOS (Londrina)
RINHA (Piracicaba)
PSYCHO MONSTERS
HOT RODS
04/02/07– Jokers Pub - 21:00h
MAD SIN (Alemanha)
SICK SICK SINNERS (Curitiba)
MOTORAMA (Argentina)
VOODOO STOMPERS (SP)
PYROMANIACS (SP)
01/02/08 - Hangar Bar - 22:00hs
HILLBILLY RAWHIDE
CRAZY HORSES
CWBILLY’S
02/02/07 – Jokers Pub - 21:00h
CHUCK AND THE BRAZIL CRACK PIPES (Inglaterra)
THE HOWLERS (EUA)
SKIZOYDS (SP)
BAD LUCK GAMBLERS (SP)
OLD STUFF (RS)
03/02/07– Jokers Pub - 21:00h
OVOS PRESLEY (BH)
VOODOO ZOMBIES (Chile)
PETE 1 (DINAMARCA)
BIG NITRONS (SP)
AS DIABATZ
04/02/08 - Hangar Bar - 16:00hrs
BILLYS BASTARDOS (Londrina)
RINHA (Piracicaba)
PSYCHO MONSTERS
HOT RODS
04/02/07– Jokers Pub - 21:00h
MAD SIN (Alemanha)
SICK SICK SINNERS (Curitiba)
MOTORAMA (Argentina)
VOODOO STOMPERS (SP)
PYROMANIACS (SP)
Sobre os locais:
Jokers Pub - Rua São Francisco,164 - 3324-2351
Hangar Bar - R Dr Muricy, 1091 - Largo da Ordem - (41) 3077 8189
Jokers Pub - Rua São Francisco,164 - 3324-2351
Hangar Bar - R Dr Muricy, 1091 - Largo da Ordem - (41) 3077 8189
Grito Rock 2008 - A Invasão Independente
Começa nesta sexta-feira, 25 de janeiro, a edição 2008 do Grito Rock, o maior festival integrado da América do Sul. Criado em Cuiabá no ano de 2002 pela produtora Espaço Cubo, o festival é uma alternativa para todos aqueles que não se sentem animados ou simplesmente não gostam da tradicional folia carnavalesca e se estende até 24 de fevereiro.
Integração é uma das palavras-chave ao se pensar em Grito Rock. Em 2008 o festival acontece em 46 cidades, sendo 44 delas brasileiras, espalhadas por 20 Estados, e duas no exterior: Buenos Aires (Argentina) e Montevidéu (Uruguai). Trata-se de um salto enorme para o festival, que mais do que dobrou sua programação em relação a 2007, quando atingia 20 cidades no Brasil. Este ano, estarão reunidas sobre a mesma bandeira cerca de 300 bandas, muitas delas se apresentando em diversas cidades, aproveitando a oportunidade trazida pelo festival.
Segundo a Espaço Cubo, que coordena a realização do Grito Rock, "a proposta tem como meta fortalecer ainda mais a cadeia produtiva da música independente brasileira, estimulando a circulação dos agentes atuantes no setor, assim como estreitando a rede de contatos do Circuito Fora do Eixo em todo o país". Uma das formas disto acontecer é através da troca de informações entre produtores de todo o Brasil através da lista de discussão do Grito Rock, onde cada responsável pela produção local de uma das edições do GR disponibiliza dados, dúvidas ou comentários sobre sua jornada ao longo da produção do festival. Assim, são trocadas importantes informações, dicas e até mesmo arquivos digitais que agilizam e potencializam o trabalho de produção.
O papel do Cubo, nesse caso, é gerenciar todas essas produções, mas sem intervir em suas realizações. Cabe a cada produtor local definir as atrações, local, estrutura, etc, ficando com o Cubo a centralização de informações referentes a cada edição do GR e sua divulgação. O site oficial do Grito Rock também é colaborativo e é atualizado por todos os produtores envolvidos. Um podast com bandas que se apresentarão no festival também está sendo feito e disponibilizado em partes na internet, editado pelo pessoal do Reator.
O interessante é que toda essa movimentação ocorre através da internet. Ou seja, são 46 cidades sul-americanas, cerca de 100 produtores desenvolvendo um festival conjunto sem nunca terem se encontrado presencialmente uma única vez sequer. Desde o momento em que alguém se interessa em produzir uma edição do Grito Rock em sua cidade, passando pelas instruções sobre como fazer isso até o momento de divulgar a programação (e, posteriormente, contar como foi o festival), tudo ocorre pela internet. Já imaginou realizar algo do tipo apenas com telefones e correio?
Integração é uma das palavras-chave ao se pensar em Grito Rock. Em 2008 o festival acontece em 46 cidades, sendo 44 delas brasileiras, espalhadas por 20 Estados, e duas no exterior: Buenos Aires (Argentina) e Montevidéu (Uruguai). Trata-se de um salto enorme para o festival, que mais do que dobrou sua programação em relação a 2007, quando atingia 20 cidades no Brasil. Este ano, estarão reunidas sobre a mesma bandeira cerca de 300 bandas, muitas delas se apresentando em diversas cidades, aproveitando a oportunidade trazida pelo festival.Segundo a Espaço Cubo, que coordena a realização do Grito Rock, "a proposta tem como meta fortalecer ainda mais a cadeia produtiva da música independente brasileira, estimulando a circulação dos agentes atuantes no setor, assim como estreitando a rede de contatos do Circuito Fora do Eixo em todo o país". Uma das formas disto acontecer é através da troca de informações entre produtores de todo o Brasil através da lista de discussão do Grito Rock, onde cada responsável pela produção local de uma das edições do GR disponibiliza dados, dúvidas ou comentários sobre sua jornada ao longo da produção do festival. Assim, são trocadas importantes informações, dicas e até mesmo arquivos digitais que agilizam e potencializam o trabalho de produção.
O papel do Cubo, nesse caso, é gerenciar todas essas produções, mas sem intervir em suas realizações. Cabe a cada produtor local definir as atrações, local, estrutura, etc, ficando com o Cubo a centralização de informações referentes a cada edição do GR e sua divulgação. O site oficial do Grito Rock também é colaborativo e é atualizado por todos os produtores envolvidos. Um podast com bandas que se apresentarão no festival também está sendo feito e disponibilizado em partes na internet, editado pelo pessoal do Reator.
O interessante é que toda essa movimentação ocorre através da internet. Ou seja, são 46 cidades sul-americanas, cerca de 100 produtores desenvolvendo um festival conjunto sem nunca terem se encontrado presencialmente uma única vez sequer. Desde o momento em que alguém se interessa em produzir uma edição do Grito Rock em sua cidade, passando pelas instruções sobre como fazer isso até o momento de divulgar a programação (e, posteriormente, contar como foi o festival), tudo ocorre pela internet. Já imaginou realizar algo do tipo apenas com telefones e correio?
+
Tudo que saiu sobre o festival no blog do Fórceps
Perfil do Grito Rock no Flickr
Programação do Grito Rock em cada uma das cidades
Outra matéria sobre o GR
Matéria sobre o Grito Rock 2007
Grito Rock no Overmundo
Tudo que saiu sobre o festival no blog do Fórceps
Perfil do Grito Rock no Flickr
Programação do Grito Rock em cada uma das cidades
Outra matéria sobre o GR
Matéria sobre o Grito Rock 2007
Grito Rock no Overmundo
21 de janeiro de 2008
Carnaval alternativo
Algumas dessas opções são o Carnaval Revolução, que depois de várias edições em Belo Horizonte chega a seu fim em São Paulo; o festival Rec-Beat, no Recife; e as inúmeras edições do Grito Rock que acontecerão pelo Brasil e outros países da América do Sul.
Leia o texto completo no blog do Fórceps.
8 de janeiro de 2008
Rec-Beat 2008
Desde 1999, o festival Rec-Beat acontece todos os anos durante o carnaval no Recife mantendo como proposta a reunião entre o tradicional e a vanguarda. O resultado é uma seleção de bons grupos iniciantes junto a grandes nomes da música brasileira, estabelecendo-se como uma alternativa mais do que interessante para o carnaval.O atual formato do festival teve início em 1995, em Olinda, mas suas raízes datam de 1993, com o Projeto RecBeat, que buscava divulgar as novas bandas da região de Recife. Realizado na rua, o Rec-Beat mistura a tradição dos blocos carnavalescos, manifestações da cultura regional e shows. Em suas edições passadas já se apresentaram bandas importantes como Mudhoney e Nação Zumbi, além de uma excelente seleção de nomes da cena alternativa (Mombojó, Digitaria, Macaco Bong, Vanguart, Bidê ou Balde, etc).
Em 2008, já foram anunciadas as presenças do Pato Fu, Móveis Coloniais de Acaju, Devotos, Julia Says e da banda chilena Panico, que se auto-intitula como uma banda de "tropical rave rock" (algo como The Rapture + Cansei de Ser Sexy + latinidad com muito cowbell).
Para ter uma idéia de como foi a edição 2007 do Rec-Beat (ou Rec.Beat, Recbeat), assista o vídeo abaixo, feito para o Showlivre. Detalhe: o sujeito que se apresenta como "O" carnaval (por volta dos 26 segundos de vídeo) é simplesmente me-do-nho.
+ programação das edições anteriores
foto: Mário Júnior, alterada por mim
foto: Mário Júnior, alterada por mim