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28 de fevereiro de 2018

FIMS - Feira em Curitiba recebe inscrições de artistas para showcases

A Feira Internacional da Música do Sul, ou FIMS, realizará sua segunda edição entre 20 e 23 de junho de 2018 em Curitiba e começou a receber inscrições para os showcases que farão parte da programação. A inscrição é gratuita e online, dividida em três categorias: artistas do sul, artistas do restante do Brasil e artistas da América Latina. Nenhuma das categorias paga cachê. O que a feira oferece são credenciais para os integrantes (e seus acompanhantes) e para até três pessoas da equipe do artista selecionado. Os showscases terão 20 minutos de duração e serão realizados ao longo dos debates e rodadas de negócios, com o objetivo de apresentar novos artistas aos profissionais do mercado musical que estarão na feira (como responsáveis por festivais e casas de shows, jornalistas e patrocinadores).

As inscrições para artistas vão até o dia 8 de abril. Outros profissionais (ou mesmo o público em geral) que queiram participar da FIMS podem se credenciar por R$ 40 através da Sympla.


 Vídeo de cobertura da primeira edição da FIMS, em 2016.

27 de fevereiro de 2018

Canal Brasil recebe projetos audiovisuais

Produtoras de todo o Brasil, com exceção das localizadas no Rio de Janeiro ou São Paulo, podem enviar projetos de produções de séries para o Canal Brasil até o dia 8 de março. As séries podem ser documentais ou de ficção, com no mínimo 4 e no máximo 13 episódios, com duração entre 22 e 25 minutos ou 50 e 52 minutos, para se adequarem à grade do canal.

A inscrição é online, por meio de um formulário com 30 itens. O roteiro do primeiro episódio também deverá ser anexado. Segundo o Canal Brasil, os critérios de avaliação incluirão "originalidade, aspectos artísticos, adequação ao público, qualificação técnica da equipe, capacidade gerencial e desempenho da produtora". Os recursos serão oriundos do Programa Brasil de Todas as Telas, do Fundo Setorial do Audiovisual.

18 de fevereiro de 2018

Como fazer um mapa de palco (além de rider e input list)

Em 2013 fiz uma publicação indicando um site no qual era possível fazer mapas de palco para bandas de forma rápida e gratuita. Infelizmente, o site foi tirado do ar e deixou muitos músicos na mão. Para tentar suprir essa necessidade, publico abaixo alguns exemplos de mapas de palco (que não é nada mais do que um documento que indica o posicionamento dos músicos e seus respectivos equipamentos no palco), riders (lista dos equipamentos necessários no palco para realização do show) e input lists (lista que indica em qual canal da mesa de som cada um dos instrumentos/fontes sonoras deve ir).

Existem várias formas de apresentar graficamente o posicionamento da banda. Alguns artistas desenham até mesmo à mão, enquanto outros criam PDFs caprichados e com figuras tridimensionais. O importante é ser funcional. O mapa de palco não deve vir com sua foto e release, por exemplo (acredite, isso acontece). O ideal é uni-lo ao rider, input list e mapa de luz (caso tenha um). Esse material será importante tanto para o contratante do show (que precisa saber exatamente qual a estrutura necessária para a realização da apresentação) como para a equipe que irá efetivamente montar o palco para que a performance seja realizada. Tenha em mente que é um material que deve funcionar bem se for impresso em preto e branco (raramente alguma equipe técnica irá imprimir seu mapa colorido) e também na tela do celular (aquele clássico recorrente, quando você enviou todo o material para o contratante mas nenhum técnico da casa de show recebeu e você precisa mostrá-lo na hora da passagem de som, pelo próprio celular).

Enviar os arquivos sempre em PDF evita que alguma informação seja excluída sem querer por parte da equipe do contratante de show. Para preparar o seu material técnico (mapa de palco, rider e input list) você pode se basear nos modelos abaixo, exemplos para saber como outros artistas apresentam suas necessidades técnicas.

Exemplos de mapa de palco




A segunda imagem é um exemplo de mapa e rider unificados, de uma banda que não possui seu próprio técnico de som e por isso não tem um input list preparado. Para esse último exemplo de mapa, acima, rider e input list são esses:

RIDER
- Bateria com bumbo, pedal de bumbo, estante de caixa, uma estante de prato, máquina de chimbal, um tom e banco (repare que nesse caso ele não usa surdo e tem poucos pratos).
- 1 amplificador de baixo Ampeg SVT-2PRO ou 3PRO through 4x10 ou 8x10 - ideal)
- 2 amplificadores Marshall JCM 800 ou 900
- 2 microfones para voz
- 2 direct box
- 3 suportes de guitarra
- 5 monitores

INPUT LIST
1 bumbo
2 caixa (superior)
3 caixa (inferior)
4 tom
5 over (ambiência)
6 Baixo DI
7 Baixo (mic)
8 Guitarra 1
9 Guitarra 1 DI
10 Guitarra 2
12 Vocal 1
13 Vocal 2

Esse é um caso de banda que usa poucos canais da mesa de som e tem um input simples, além de não especificarem canais de monitores ou marcas dos outros equipamentos. Um exemplo de input mais completo é este abaixo, de um quinteto.




Você também pode fazer o download de mais alguns exemplos de mapas de palco, riders e input lists para ter mais referências..

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